quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Manifestações Culturais das Atividades de Miguel Alves-PI

Foto: Divulgação
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO FACULDADE LATINO AMERICANA– FLATED
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM HISTÓRIA GERAL
TRABALHO DE CONCLUSÃO DO CURSO-TCC
POLO DE MIGUEL ALVES PIAUI




RENATO DE OLIVEIRA MELO



MANIFESTAÇÕES CULTURAIS NAS ATIVIDADES FESTIVAS DE MIGUEL ALVES DO PADROEIRO SÃO MIGUEL ARCANJO.











                                                           TERESINA- PIAUÍ
                                                                      2015
RENATO DE OLIVEIRA MELO





MANIFESTAÇÕES CULTURAIS NAS ATIVIDADES FESTIVAS DE MIGUEL ALVES




Artigo apresentado ao Curso de Especialização em História Geral como parte das exigências para obtenção do título de Especialista: Especializando, Renato de Oliveira Melo, sob a orientação do (a) Professor (a) (titulação e nome completo do (a) orientador (a): Shirley Martins).







TERESINA- PIAUÍ
2015




Artigo submetido a banca examinadora do curso de especialização em educação do campo como parte das exigências a obtenção do titulo de especialista em Historia Geral. A citação de qualquer trecho desse artigo é permitida desde que feita de acordo com as normas de ética cientifica.


BANCA EXAMINADORA


______________________________________
NOME COMPLETO DO(a) ORIENTADOR(a)
Orientador(a)

______________________________________
NOME COMPLETO DO(a) EXAMINADOR(A)
                                                                              1º Examinador (a)

____________________________________
NOME COMPLETO DO(a) EXAMINADOR(A)
2º Examinador (a)




TERESINA – PI
2015


AGRADECIMENTO:
Agradeço a Deus por ter me dado força e coragem para vencer a uma grande conquista da minha carreira profissional.
Também agradecer aos professores por ter muita solidariedade, agradecer aos companheiros de aula, colegas que no qual estiveram sempre ao meu lado nas aulas.
E agradecer também a Minha Família, que sempre me apoiou e com certeza é minha base.


















Uma revista de tamanha importância cultural como o brasileiro não pode simplesmente ignorar tal fato. 
                                                                                          O Rei do Baião Luiz Gonzaga.


RESUMO

O presente trabalho tem como objetivo, identificar as manifestações culturais popular nas atividades festivas de Miguel Alves. As manifestações culturais podem ser entendidas como forma de expressão da cultura de um povo, constituindo movimentos de determinada cultura em época e lugar específicos. Os rituais são representações que tem a preocupação de fazer ligações entre o passado, presente, e futuro, os gestos e ações são repetidos. Um grande conforto emana das representações rituais pessoais, e deuses ancestrais reuniam-se num ‘’Eu Fui, Eu Sou, Eu Serei ‘’. É importante frisar todas as manifestações culturais mudam ao longo do tempo, além disto, um elemento da cultura popular pode ser incorporado pela elite e vice-versa. Miguel Alves tem sua cultura diferencial há algum tempo, no qual podemos citar:a festa, artesanato, dança, e os costumes que permanece ao longo dos anos na sua história até os dias atuais.

Palavras-Chave: Festa Dança Religiosidade.

ABSTRACT

This study aims to identify thepopularcultural eventsin the festiveactivitiesofMiguelAlves. Culturalmanifestationscan be understoodas an expressionof the cultureof a people, constituting movementsof a particular cultureincertain time andplace. Rituals arerepresentations thattakes care tomake connectionsbetween the past, present,andfuture, gestures and actionsare repeated. Great comfortemanates frompersonalrepresentationsritualsandancestral godsgatheredin'I Was, I Am, I Will Be'. Importantlyall culturalmanifestationschange overtime, moreover, an elementof popular culturecan bebuiltby the elite, and vice vers a. MiguelAlveshas itsdifferentialculturesome timeagoin whichwe can mention: the party, crafts, dance, and customsthat staysover the yearsin its historyto the present day.
Keywords: Dance Partyand Religiosity.


1-INTRODUÇÃO:

      Objetivo:
O presente trabalho tem como principal objetivo identificar as relações sociais nas atividades festivas da zona rural de Miguel Alves.
As definições variam do extremamente amplo, ‘’Cultura é tudo aquilo que o homem acrescenta a natureza ou É toda maneira de pensar, agir e sentir do homem’’ ao extremo específico. Cultura é erudição. Com o uso indisciplinado ou interesseiro, a palavra ‘cultura’ tornou-se expressão esvaziada foi o que nos levou a construir um novo conceito que fosse ao mesmo tempo operacional, palpável, mensurável, observável, ético e correto.

      JUSTIFICATIVA:

Esta pesquisa torna-se importante porque reconhece a importância das manifestações culturais da sociedade Miguelalvense, mostrando os costumes, os valores e as tradições culturais que acontecem anualmente no município de Miguel Alves.
A escolha do tema surgiu a partir do interesse pessoal do pesquisador e principalmente pela intenção de elaborar um estudo sistematizado sobre as manifestações culturais no referido município.


      METODOLOGIA:

A metodologia a ser adotada nessa pesquisa consta de uma pesquisa bibliográfica e de campo por meio do qual os dados de estudo serão coletados, adotando um estudo que permitirá a visualização das manifestações culturais

      DESCRIÇÃO DO PROBLEMA:

Manifestações culturais retratam o comportamento social e interativo de uma sociedade. O que levas pessoas a realizarem as atividades festivas para retratar a cultura na zona rural do município de Miguel Alves.

      MANIFESTAÇÕES CULTURAIS:
                 A cultura social nas atividades festivas no município de Miguel Alves vem se destacando, mas precisa de mais incentivo e apoio do município para dar sustentabilidade aos projetos das pessoas que lutam por essa cultura.
     Festa junina como destaque no município de Miguel Alves, é uma festa que acontece anualmente com diferencial com danças, grandes bandas, antes do começo das festividades, todos têm um bom tempo com ensaios para poder se programar. As programações da época é uma tradição bastante animadora que atrai muitas pessoas, as festividades são de grande importância para o município, tradições folclóricas, danças do forró e animação.  Isso acontece mais é na zona rural do município, e é uma festa organizada mais por parte das entidades educacionais, que contribuem com essas tradições envolvendo as músicas mais antigas, também dentro da cultura tem o chamado ‘Casamento’ onde um noivo e uma noiva fazem um ‘juramento’. Através dos grupos de danças temas apresentações de danças, no qual acontecem disputas de danças entre os grupos de dança do município e também de outros municípios (Blog Miguel Alves Ponto de Cultura – Souza Tuira Richarle).


Para Felix M. Keesing (1958) a cultura é o comportamento cultivado, ou seja, a totalidade das experiências adquiridas e acumuladas pelo homem e transmitida socialmente ou ainda pelo comportamento adquirido por aprendizado social. (1961:49)


                 A festa do bumba meu boi é uma tradição que se mantem desde o século XVIII. É uma festa que acontece constantemente em qualquer tempo no município de Miguel Alves, é uma festa pra crianças, jovens, adultos e idosos. O enredo da festa é uma brincadeira que dura até a madrugada. É uma festa que passa pelo caminho quem gosta da dança do boi, tem um modo de falardiferente e é uma dança com música, bumba meu boi é uma dança em grupo, para pregar suas palavras e enredos e todos os rituais com gritos, para brincar com o boi em roda eles saem tocando o boi com uma caminhada com muita saudação e festa, típico dos rituais das doutrinas que tem suas palavras próprias.
Festa do Padroeiro São Miguel Arcanjo. No dia 29/09 acontece a festa do glorioso São Miguel Arcanjo na cidade de Miguel Alves tem uma abrangência que atrai o município de Miguel Alves e os municípios vizinhos. As festividades iniciam-se com a abertura no dia 19/09 com a missa de ação de graças para toda a sociedade. Miguel Alves atrai muitas pessoas de fora, que prestigiam as festas com bandas, e as tradições muito já antigas, estão cada vez mais crescendo as suas festividades, e um padroeiro muito milagroso.  As pessoas veem para as festividades para se divertir com seus familiares, onde tem varias opções de lugares para ir como, por exemplo: são realizadas no Clube da cidade de Miguel Alves as festas, tem várias butiques e barracas, tem os leilões para as pessoas arrematarem e adquirir suas ‘ joias. ’ Isso tudo é fruto da conquista do padroeiro São Miguel Arcanjo, a população gosta muito de se divertir, e isso dá uma renda muito grande para a economia e para muitas pessoas que trabalham. Durante as festividades a economia local que circula no comércio local tudo é através dos festejos do padroeiro local.


Malinowski (1944), em uma teoria cientifica da cultura conceitua cultura como todo global consiste de implemento e bens de consumo de cartas constitucionais para os vários agrupamentos sociais de ideias e ofícios humanos de crenças e costumes 1962:43)


Acontecem no mês de Junho as festividades do padroeiro São Pedro. Também atrai muitas pessoas, inicia-se com a missa em sua igreja, depois são realizados os leilões, e todas as pessoas participam. São realizadas festas com algumas bandas, e nas festividades de São Pedro existe um número muito grande de barracas com variedades de vendas para as pessoas que os prestigiam. A festividade de São Pedro tem sua tradição que é de grande relevância para a sociedade de Miguel Alves, no encerramento acontece a tradicional corrida de canoas no rio Parnaíba que é um rio chamado ribeirinho da cidade. Com uma grande quantidade de pessoas com suas programações durante as festividades, e com o aumento na economia local as pessoas si beneficiam muito bem, com vários tipos de diversões durante as festividades.
Movimento de vaquejada em Miguel Alves. Com uma grande vaquejada com parque de vaquejada, com corridas de cavalos e também com uma grande quantidade de vaqueiros, a vaquejada tem um movimento que cada vez maior. A vaquejada se inicia com corridas de cavalos, onde os vaqueiros usam uma vestimenta de couro apropriada chamada perneira, é uma atividade comum no município de Miguel Alves, mas é mais relevante na zona rural, no qual são realizadas festas com grandes bandas. A população toda participa das tradicionais festas de vaquejada, como também atrai muitas pessoas de municípios vizinhos, com um grande número de populares, sempre acontece uma cultura festiva não tem data nem ano é uma festa constante no município e também cresce a economia local, pois as pessoas vendem seus produtos. A vaquejada é de grande importância para a juventude e pessoas idosas, e conta com a participação de pessoas de famílias tradicionais na vaquejada que vem passando os costumes de pai para filho e os filhos crescem com tendência de serem vaqueiros.


    – Souza Tuira Richarle-(Blog Miguel Alves ponto cultural) Acesso www.blogmiguelalvespontodecultura.com-19 de setembro de 2015


Tradição do tambor de crioula. Tambor de crioula foi criado em 1964. Em Miguel Alves é uma tradição antiga que também ainda acontece neste município, tradição com rituais de doutrina com danças em que as participantes usam vestidos longos com varias ‘pinturas’, participam da dança homens e mulheres, os homens batem os tambores com pessoas mais velhas que no qual usam um grande terço (rozario) no pescoço, também os mesmos têm diferentes religiosidades das pessoas que participam dessa festividade e a maioria deles são negros caboclos. As mulheres são chamadas de bailarinas, outro toca mexiriqueiros que são tambores, são quatro tamborzeiros. A população gosta muito de assistir o que é ao mesmo tempo uma crença e uma brincadeira. (Blog Miguel Alves Ponto Cultura – Souza Tuira Richarle).
Festividade de São Gonçalo. É realizada na zona rural do município de Miguel Alves, na ocasião participam mulheres que queriam fazer uma prece em virtude de uma promessa, é uma festa, mas ao mesmo tempo é uma promessa, que quando uma pessoa está necessitada de uma força divina, tem sua doutrina, acontece no município a bastante tempo, as pessoas fazem suas orações e esperam ou pagam seus milagres pois as pessoas tem sua fé através dessa doutrina.
Festejo com procissão acontece na zona rural do município, é um santo que tem suas tradições, durante sua programação festiva acontecem também os leilões para as pessoas participarem mais. As programações festivas quando acontecem na zona rural tem uma tradição que os mais velhos acompanham tudo pois acredita-se que isso influencia em suas vidas.Para a comemoração são usados instrumentos musicais como: o saxofone, a rebeca, o triângulo, que são apresentados com variedades chamadas jornada, cada tempo que é programada essa dança, é uma jornada.


                                          Para Ralphlinton 1936 a cultura de qualquer sociedade consiste na soma total de ideias, reações emocionais condicionadas a padrões de comportamento habitual, seus membros, adquiria por meio das instruções de limitação, e de todos maiores ou menor grau participam 1965: 316 este autor atribuiu dois sentidos ao termo cultural:


                  Festividade de Reisados acontece em Miguel Alves anualmente no mês de janeiro com uma participação muito grande no município de algumas localidades da zona rural do município de Miguel Alves. A festa de reisado é comemorada com bandas para a população e as pessoas gostam muito, tem como programação apresentações, chamadas caretas que é uma cultura muito antiga, mas as pessoas ainda participam bastante conhecida no município, tem sua religiosidade e também tem suas festividades em comemoração ao dia de Santos Reis que atrai também pessoas de outros municípios. Também é comemorado com procissões durante as festividades, é uma cultura que estar como movimento tradicional da zona rural, e que é apreciada por várias pessoas. Este evento quando é realizado contribui para a economia pois as pessoas conseguem vender os seus produtos. Nas festividades de reisados existem várias brincadeiras tradicionais que divertem a todos, brincadeiras tais como: pau de sebo, cabra cego, corrida do saco, jogo de baralho, e várias outras brincadeiras.

    – Souza Tuira Richarle-(Blog Miguel Alves ponto cultural) Acesso www.blogmiguelalvespontodecultura.com-19 de setembro de 2015



HISTORIA CULTURAL:

                 História e cultura humana que ultrapassam as questões da luta contra os demais animais ou da usada força física. As manifestações artísticas aconteceram antes mesmo do neolítico mostrando a capacidade humana de criar símbolos que expressavam seus desejos e suas fantasias. A mobilização nacional envolveu também a área cultural onde a produção foi predominante, o movimento nacional do início da década de 1960 relaciona as ideias e os projetos que predominaram nesse período. Marcado pelas propostas das esquerdas especialmente do PCB. A cultura, então encarada como um instrumento de transformações social em conjunto com a política não só nesse momento, mas durante toda a década.  Com esse espírito e na base das medidas enunciadas pelo governo cresceu a participação nos movimentos de alfabetização de adultos, como movimento de educação de base ligado à igreja, que nas ruas, bases esboçavam algumas mudanças em decorrência do concilio vaticano II ou nos movimentos culturais populares o MCP movimento de cultura popular mantido pela prefeitura em setembro de 1963, 77 movimento compareceram ao I encontro nacional de alfabetização no Recife.

ANÁLISE CRÍTICO:

                  No meu ponto de vista, falar sobre cultura festiva nas atividades festivas de Miguel Alves, é que faltam mais investimentos na cultura, mas foi uma pesquisa que me chamou muito a atenção que é uma cultura bastante esquecida e só assim a gente fica conhecendo essa cultura e é uma forma de resgatar e trazer para as pessoas que não têm conhecimento desse tipo de cultura, através dessa descoberta as pessoas irão ter conhecimentos sobre essa cultura.
Sabemos que cultura é uma forma de expressão muito forte, porque a gente lhe dar com muitas pessoas, é um tema que eu escolhi por conta da minha maneira de falar das culturas festivas do nosso município.
Pra mim é muito bom para nossa gente ter clareza que é existente em nossa cidade, em nosso município principalmente na zona rural culturas que ainda são lembradas, também falar do Blog Miguel Alves Ponto Cultura porque é uma forma de divulgação da nossa cultura local em nível nacional, para que a população que queira ter acesso a esse tipo de cultura festiva, nossa cultura é uma oportunidade para as pessoas que gostam dessas tradições culturais que é muito evidente  porque a gente sabe que esse trabalho com grande alcance social faz parte do nosso cotidiano, em nossa convivência com todos no nosso dia-a-dia.



       CONCLUSÃO

Este artigo científico pretende contribuir para melhorias dos conhecimentos reais das culturas festivas do município de Miguel Alves-PI, possibilitando o desenvolvimento e a compreensão do conhecimento para a formação do cidadão. Acredita-se que a realização deste estudo é de sua importância, constituindo sobre as culturas festivas do município de Miguel Alves e contribuindo para o aperfeiçoamento dos nossos conhecimentos.
Que sirva para dá exemplo como a gente é capaz de transmitir informações que vem acontecendo para nosso meio social, que a sociedade tenha mais educação e oportunidade para nossa população, que nós temos mais oportunidades que vem atender as necessidades de ter uma saúde para todos nós realizarmos todos os nossos sonhos da nossa vida.
Trabalho digno para o fortalecimento da família, daí ter uma vida melhor, de igualdade no meu país que precisa tanto de mais investimento para classe de baixa renda.




















































                                                          ANEXOS

















ANEXO 1 - ENTREVISTA SOBRE A CULTURA FESTIVA DE MIGUEL ALVES COM RICHALE TUIRA SOUZA

COMENTARIOS SOBRE AS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS (nas atividades festivas de Miguel Alves):

É uma cultura que precisa mais de incentivo que ainda é muito esquecida mais por parte dos gestores que não dão prioridade para esse tipo de cultura, por isso que as culturas do nosso município não se desenvolvem, tem que dar forças e também precisa da população para cobrar para a juventude ter uma boa cultura no seu município.
A população tem que se manifestar a frente do gestor , porque a população precisa cobrar para resgatar essas tradições.

ENTREVISTA:

(1ª) Quando começou a ideia de escrever sobre a cultura de Miguel Alves?
    R- desde criança eu gosto de manifestações culturais.
(2ª) Qual sua opinião sobre a cultura?
    R- é uma forma de resgatar todas as culturas de Miguel Alves.
(3ª) como você ver as dificuldades para trabalhar as culturas de   Miguel Alves?
    R- primeiro é que o povo não tem o abito de participar da cultura do município de Miguel Alves.
(4ª) Qual o apoio que você tem para trabalhar com a cultura festiva de Miguel Alves?
     R- não tenho o apoio de ninguém.
(5ª) Você recebe alguns elogios sobre cultura?
     R- recebo sim.
(6ª) O que você acha das culturas?
     R- uma forma de valorizar tradições culturais.

(7ª) Você participa dos eventos culturais que sempre acontecem no seu município?
    R- participo e apoio a cultura em geral.
(8ª) Qual contribuição que você dar para a cultura festiva do município de Miguel Alves?
     R- o trabalho que eu faço é só para o município.
(9ª) O que devemos fazer para resgatar a cultura festiva de Miguel Alves?
    R- ter mais a participação da população.
(10ª) Os gestores públicos de Miguel Alves valorizam as manifestações culturais?
R- não valorizam.
.




                ANEXO 2 - FOTOS DA CIDADE DE MIGUEL ALVES








REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

Armênio Belo, Lima Sara de Oliveira WanessaZavarese.                                       (coleções cadernos pedagógicos projovem campo- saberes da terra);

Felix M. Keesing (1958) a cultura é o comportamento cultivado, pelo (1961:49)

Franz Boas (1938) cultua como a totalidade das relações e atividades mental  social(1964: pg166).são Paulo

  Jorge Zahar ,Introdução a antropologia. 3 ed, São Paulo Livraria, Martins editora 1959.
 Ralphlinton (1936) a cultura de qualquer sociedade pg: 316 este autor atribuiu dois sentidos ao termo cultural:

 Souza Tuira Richarle.  Blog: Miguel Alves Ponto Cultura.
Site: blogspot.com

Malinowski (1944), teoria cientifica da cultura conceitua cultura como todo  são  Paulo 1962:pg 43)

Waldenyr Caldas. O que todo cidadão precisa saber sobre cultura. São Paulo: global 1986.

 








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terça-feira, 5 de setembro de 2017

Festejos de São Miguel Arcanjo em Miguel Alves 19 a 29 de setembro de 2017

Festejo de São Miguel Arcanjo 2017 Tema: Alegria de Ser Católico, Amo Minha Igreja. Amado paroquiano, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! 
  Com alegria, anunciamos que nossa Igreja está em Festa, o povo louva e canta os louvores ao Senhor, quando celebra o seu Patrono o Arcanjo Miguel. Por isso, é que convidamos você e família, como também, toda a Comunidade lugar do Encontro pessoal com Cristo. Este ano com o tema: “Alegria de ser Católico, amo a minha Igreja”, iremos partilhar a vida na escuta da Palavra de Deus, e assim, testemunhar a feliz caminhada de estar na Comunidade que alegre caminha para a Jerusalém celeste. Venha conosco celebrar, a casa de Deus já está arrumada e nós para lhe acolher na alegria e na paz de Filhos de Deus. Desde já contamos com a presença e oração. 
Pe. Jailton Pinheiro, Pe José Nery e Comissão Organizadora. 
AGENDA RELIGIOSA Abertura 
Acolhida do mastro dia 17/09 às 17 h na casa Sr. Marçal Pontes. 
Espiritualidade 18/09 às 19h com Equipe do Festejo. 
Sarau dia 18/09 às 1h30min (Anfiteatro Próximo a Igreja)  
Alvorada e Oração de Abertura: dia 19/09 às 6h.  
Procissão de Abertura e Translado do Mastro: dia 19/09 às 17h30 saindo da casa Sr. Marçal Pontes. 
Sacramentos  Casamentos: Dia 24, às 11h. 
Batizados: Dia 24, às 09h,17h.  
Confissões todos os dias de 9h às 11h.
Café da Manhã no Abrigo São Miguel: dia 28/09 às 8h. 
Missa do Vaqueiro: Dia 28/09, às 9h. Encerramento 
Oração das Laudes da Solenidade de São Miguel: dia 29 /09 às 8h
Missa solene de São Miguel Arcanjo: Dia 29 /09 às 9h 
Procissão de Encerramento e Benção do Santíssimo: dia 29/09, às 17h30 AGENDA SOCIAL Show de Prêmios: Dia 29/09, após a Benção do Santíssimo Sacramento. Leilões e Quermesses: Todos os dias após a Santa Missa. NOVENAS 1ªNovena Dia – 20/09 - Quarta Feira: 19h 2ªNovena Dia- 21/09 - Quinta feira: 19h 3ªNovena Dia - 22/09 - Sexta feira: 19h 4ªNovena Dia - 23/09 - Sábado: 19h 5ªNovena- Dia - 24/09 - Domingo: 19h 6ªNovena- Dia- 25/09 - Segunda feira: 19h 7ªNovena- Dia - 26/09 - Terça feira: 19h 8ªNovena- Dia - 27/09 - Quarta feira: 19h 9ªNovena- Dia - 28/09 - Quinta feira: 19h

  Fonte: Paroquia de São Miguel Arcanjo de Miguel Alves-PI



A história despertada pela crise ambiental

Os problemas ambientais passaram tornaram-se uma preocupação de todos
Os problemas ambientais passaram tornam-se uma preocupação para todos
Não se trata de contar a história da natureza, estabelecer uma relação entre a sociedade humana e os ambientes viveram
“Lucien Febvre costumava dizer: ‘a história é o homem’.
Eu, por outro lado, digo: a história é o homem e tudo mais.
Tudo é história: solo, clima, movimentos geológicos.”
(Fernand Braudel)
Na década de 1960, os problemas ambientais no mundo deixam de ser preocupação apenas de ambientalistas, de cientistas e de alguns estudiosos e interessados no assunto para assumir papel de destaque na agenda dos estados nacionais. O poder público foi despertado pela catástrofe africana representada por um longo período de seca (1967-1970) na região semiárida do Sahel, o que levou a ONU, entre outros eventos climáticos extremos, a convocar a sua primeira conferência para tratar dessa temática em Estocolmo, na Suécia (1972).
O desdobramento desse primeiro grande evento sobre meio ambiente foi a Conferência das Nações Unidas sobre desertificação, realizada em Nairóbi, no Quênia (1977). Esta conferência colocou na agenda da ONU o tema do meio ambiente, no geral, além de outros temas vinculados às mudanças do clima, mas foi determinante na luta contra a desertificação no plano mundial, sobretudo na aprovação, duas décadas mais tarde, da Convenção das Nações Unidas de Combate a Desertificação – UNCCD (1996).
No campo da história, no final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970 surge uma nova geração de historiadores preocupados com a emergência da crise ambiental. A História e o Meio Ambiente começam a formar um novo campo na historiografia nos EUA, de forma pioneira, expandindo-se posteriormente para a Europa e chegando ao Brasil no final da década de 1980.
Não se trata de contar a história da natureza ou da ecologia, mas sim de estabelecer uma relação dialética entre a sociedade humana e os ambientes em que viveram ao longo do tempo e quais transformações produziram ao meio e em que medida o uso dos recursos naturais influenciou a constituição de determinadas sociedades. Para o historiador norte-americano Donald Worster, “a história ambiental trata do papel e do lugar da natureza na vida humana”.
O Marxismo e a Nova História, ao romperem com a historiografia tradicional, não conseguiram estabelecer, em certa medida, uma adequada articulação da esfera econômica e cultural, respectivamente, com o ambiente onde as sociedades se desenvolveram. Trata-se de juntar numa mesma análise o que nunca foi separado: o universo das relações entre as sociedades humanas e a natureza.
Segundo Drummond, essas correntes historiográficas mencionadas, que romperam com a visão da história tradicional, “tem sido incapaz de esclarecer exatamente os tipos de sociedade gerados pela exploração de um recurso natural ou de vários recursos simultaneamente, ou de vários recursos em sequência”. Isto é, o objetivo da história ambiental “seria identificar, em escala regional e local, que tipos de sociedade se formaram em torno de diferentes recursos naturais, que permanência teve essas sociedades e que tipo de consequências elas criaram para os seus ambientes sustentarem outros tipos de sociedade”.
Para Carvalho, uma das principais contribuições da história ambiental está na preservação da memória, ou seja, as pesquisas das relações dos homens com os ambientes em que viviam, e o uso que faziam e fazem dos recursos naturais disponíveis, podem contribuir com a sociedade atual, além de possibilitar conscientização sobre a necessidade do uso racional e sustentável dos ativos ambientais, com vistas a evitar que os erros do passado possam se repetir no presente e no futuro.
Nesse mesmo sentido, destaca-se o trabalho do historiador norte-americano Warren Dean sobre a “devastação” da Mata Atlântica no Brasil, pois atualmente só resta cerca de 10% de sua cobertura original. Ressalta o autor que o conhecimento desse passado pode ajudar a preservar outros biomas, como a Floresta Amazônica, por meio do questionamento: “não deveria esse holocausto produzido pelo homem ser relatado de geração para geração?” E ainda arremata: “não deveria o manual de história aprovado pelo Ministério da Educação começar assim: 'crianças, vocês vivem em um deserto; vamos lhes contar como foi que vocês foram deserdadas’”.
Todavia, Pádua nos chama a atenção para o fato de que não se pode julgar as gerações passadas utilizando conceitos e valores atuais. Nessa perspectiva, salienta que:
“É essencial, no entanto, evitar o anacronismo e a pretensão de que os indivíduos do passado possam ser cobrados em razão de categorias tão modernas quanto são ecologia, sustentabilidade, impactos da ação humana etc. É preciso entender cada época no seu contexto geográfico, social, tecnológico e cultural. [...] A pesquisa em história ambiental, de toda maneira, até pelo próprio fato de ser "ambiental", não costuma se fazer na abstração das teorias puras, mas sim nas contradições de lugares e experiências vividas. Na maioria das vezes, ela se dá por meio de recortes geográficos e biofísicos concretos: uma região florestal, uma bacia hidrográfica, uma cidade, uma zona agrícola etc. [...] A história ambiental, como ciência social, deve sempre incluir as sociedades humanas. Mas também reconhecer a historicidade dos sistemas naturais. O desafio, repetindo, é construir uma leitura aberta e interativa da relação entre ambos. Tal postura aberta deve significar, em sentido fundamental, o abandono da visão catastrófica e do "homem devastador" que a voz das ruas costuma exigir. [...] No sentido mais profundo, o desafio analítico é o de superar as divisões rígidas e dualistas entre natureza e sociedade, em favor de uma leitura dinâmica e integrativa, fundada na observação do mundo que se constrói no rio do tempo”.
Em função dessa compreensão, Pádua revela que as origens das preocupações ambientais no Brasil são anteriores ao processo de industrialização e remontam ao processo de independência. Tal constatação foi identificada em diversos discursos de uma parcela minoritária das nossas elites, que alertavam para o uso dos ativos ambientais de forma irracional e desordenada, inclusive com previsões pioneiras ao risco da desertificação, citando intelectuais como José Bonifácio de Andrada e Silva e Joaquim Nabuco, entre outros.
Na mesma perspectiva de Pádua, Duarte enfatiza a importância de “[...] compreender a historicidade das relações entre a sociedade e a natureza pode, certamente, dar-nos instrumentos para assumir uma postura mais crítica frente aos debates sobre o ambiente”. Patenteia que a relevância do conhecimento histórico evidencia que “tornarmo-nos mais capazes de perceber [...] tanto as falácias do desenvolvimento como as idealizações autoritárias de algumas propostas ecológicas ditas ‘alternativas’”.
Com base nessa compreensão, concorda-se com a assertiva de Worster de que os homens provocam “mudanças” e não “danos” ao ambiente.
Do ponto de vista do método, o historiador ambiental busca estabelecer, como premissa, a delimitação do campo de trabalho que defina recortes baseados em uma determinada região ou bacia hidrográfica, um dado bioma, uma cidade ou área agrícola, etc. Destarte, Worster, cujas obras principais tratam das origens dos processos de desertificação nos EUA, fruto das ações dos homens e da natureza, ressalta que:
“[...] Há três níveis em que a nova história funciona, três conjuntos de questões que ela enfrenta [...], três grupos de perguntas que ela procura responder, cada um deles exigindo contribuições de outras disciplinas e aplicando métodos especiais de análise. O primeiro trata do entendimento da natureza propriamente dita, tal como se organizou e funcionou no passado. [...] O segundo nível da história ambiental introduz o domínio socioeconômico na medida em que este interage com o ambiente. [...] Por fim, formando um terceiro nível de análise para o historiador, vem aquele tipo de interação mais intangível e exclusivamente humano, puramente mental ou intelectual, no qual percepções, valores éticos, leis, mitos e outras estruturas de significação se tornam parte do diálogo de um indivíduo ou de um grupo com a natureza [...]”.
Nesse sentido, Worster nos ajuda a formular as perguntas cujas respostas nos permitirão alcançar nossos objetivos, responder ao problema colocado e constatar ou não a hipótese do trabalho de pesquisa, utilizando a metodologia da história ambiental.
Importante destacar que, no caso do Piauí, temos uma obra pioneira na perspectiva da história ambiental. Trata-se da tese de doutorado de Gercinair Gandara sobre o Rio Parnaíba e a sua relação com a formação da sociedade piauiense, particularmente com as populações das cidades que foram fundadas nas margens do “Velho Monge”. Para a autora, foi esse recurso natural e esse curso d’água “quem propiciou a povoação em suas beiras. Ele foi/é via regional que transporta(va) mercadorias, pessoas e, consequentemente, suas representações [...], suporte material com função de ligar, unir espaços e gentes”.
Sendo assim, acrescente-se, em conformidade com Drummond que:
“a comunidade de cientistas sociais e afins precisa estudar melhor e incorporar analiticamente as variáveis biofísicas, superando um receio infundado de sucumbir a “determinismos” naturalistas, trilhando os caminhos abertos por alguns clássicos de nossas disciplinas, como Caio Prado Jr., Gilberto Freyre, Darcy Ribeiro e Sérgio Buarque de Holanda. Esses caminhos ficaram abandonados por muito tempo e precisam ser desbravados “a facão”, para dar acesso à “fronteira” ainda inexplorada dos estudos socioambientais”.
 Desertificação em Gilbués, região sul do Piauí
          Desertificação em Gilbués, região sul do estado Piauí 
Uma pesquisa que nos permita compreender o processo histórico da desertificação em Gilbués-PI, por exemplo, deve considerar esses pressupostos teóricos, visando investigar a sociedade gilbuense no tempo e no espaço, sobretudo resgatando o período em que teve início esse fenômeno, aproximadamente a partir da década de 1940. Ao analisar a sociedade local, é fundamental destacar suas preocupações, angustias e contradições, e as demandas que levaram à forma de uso dos recursos naturais naquela região. Para tanto, como a história ambiental tem caráter interdisciplinar, por requerer o diálogo sistemático com as demais ciências humanas e naturais, é importante utilizar o conhecimento já produzido sobre os diversos processos que levaram à degradação do solo para ilustrar e fortalecer essa complexa análise das relações dos homens com a natureza.
Referências
CARVALHO, E. B. A história ambiental e a “crise ambiental” contemporânea: um desafio político para o historiador. Esboços, Florianópolis, v. 11, n. 11, p. 105-117, 2004.
DEAN, W. A ferro e fogo: A história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DRUMMOND, J. A. A história ambiental: temas, fontes e linhas de pesquisa. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 4, n. 8, p. 177-197, 1991.
______. A. Por que estudar a história ambiental do Brasil? Ensaio temático. Varia História, Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 13-32, jan. 2002.
DUARTE, R. H. História & Natureza. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
GANDARA, G. S. Rio Parnaíba ... Um cadinho de mim e a história ambiental. Textos de História, v. 17, n. 1, p. 39-57, 2009.
MACAMBIRA, D. M. A História Ambiental e o processo de desertificação em Gilbués (PI). Informe Econômico: Ano XIX, n. 36. Teresina, EDUFPI, 2016, p. 44-50.
PÁDUA, J. A. Um sopro de destruição: pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista (1786-1888). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
______. As bases teóricas da história ambiental. Estudos Avançados, São Paulo, v. 24, n. 68, p. 81-101, São Paulo, 2010.
WORSTER, D. Para fazer história ambiental. Tradução de José Augusto Drummond. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 4, n. 8, p. 198-215, 1991.
 Dalton Macambira é professor do Departamento de História da Universidade Federal do Piauí – UFPI e doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pelo PRODEMA/UFPI (daltonmacambira@msn.com). CV: http://lattes.cnpq.br/1103145216766050
  Fonte: http://www.douglascordeiro.com/artigos/dalton-macambira/a-historia-despertada-pela-crise-ambiental-2860.html

sábado, 2 de setembro de 2017

Manifestação dos Excedentes da Policia Militar-PI 2017

População de Miguel Alves Pede Mais Segurança.
Promotoria de Justiça, Recomendação ao secretário estadual de Administração e ao Comandante Geral da PM-PI a fim de que republiquem imediatamente a relação dos classificados para a 2º etapa, incluindo todos os candidatos que, cumulativamente, alcançaram a pontuação igual ou superior a 60% do total de pontos da prova escrita objetiva e obtiveram, no mínimo, 50% do total de pontos de cada uma das matérias e estejam dentro do limite de duas vezes o número de vagas previstas.

Segundo o promotor de Justiça Fernando Santos, o Edital de retificação nº 01 ao Edital nº 001/2017, limitou o número de classificados em 480 candidatos e contraria o artigo 17 do Decreto nº 15.259, de 11 de julho de 2013, que estabelece as regras gerais para a realização de concursos públicos no âmbito do Estado do Piauí, e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal segundo a qual a alteração das normas do edital no decorrer do processo seletivo, só é possível nos casos em que há alteração legislativa que disciplina a respectiva carreira.

  Hoje pela manhã ocorreu uma manifestação em prol de mais efetivo Policial Militar para nosso estado em especial nosso município Miguel Alves, que vem sofrendo com assaltos constantes tanto na zona urbana quando na zuna rural.

Devido à falta de policiamento na cidade, Miguel Alves já não suporta tanta falta de segurança, pois seu efetivo na cidade ser reduzido, com 9 policiais lotados no GPM da cidade, somente 2 policiais de plantão para atender a demanda de ocorrências, tento em vista que nosso município possui mais de 33 mil habitantes, a cidade tem mais 160 localidades, este quadro de militares não estão dando conta de tantos assaltos, que vem acontecendo em nossa cidade.
 Fonte: ASSOCIAÇÃO DO OFICIAIS MILITARES DO ESTADO DO PIAUÍ-AMEPI

  Vereadores que apoiaram o manifesto.

Adauto dias.
Edisssanda ferreira. 
Teresa moreira.
Jefferson moreira.
Fábio menezes.
    Edição: Richarle Tuira
    Veja mais fotos!


                       Fotos Richarle Tuira

sábado, 26 de agosto de 2017

No Piauí, Miss Brasil diz que se inspira em Lais Ribeiro e não vai se abalar com ataques

  Resultado de imagem para Imagens da miss Brasil Monalysa alcântara
  Com apenas 18 anos, a piauiense Monalysa Alcântara, há quase uma semana está envolvida em uma rotina corrida de eventos e entrevistas. Desde que foi escolhida Miss Brasil 2017, tem recebido muito carinho e também demonstrado força diante da onda de preconceito que enfrentou nas redes sociais.
 Após carreata pelas ruas de Teresina, na tarde desta sexta-feira (25), Monalysa foi recebida por familiares, amigos e pela imprensa em uma casa de decoração, na zona Leste de Teresina.
 Em entrevista ao Cidadeverde.com, a Miss Brasil destacou o desejo de representar bem o país na disputa do Miss Universo e sobre a carreira de modelo que pretende continuar.
 "Não me vejo fazendo outra coisa da vida. Sempre busquei a carreira de modelo, desde pequena. Uma das minhas grandes inspirações como modelo é a Lais Ribeiro. Um dos meus maiores sonhos é me tornar uma "angel" da Victoria's Secret", disse Monalysa, com um sorriso largo no rosto.
 Sobre a disputa para o Miss Universo, Monalysa declarou que precisa se aperfeiçoar para concorrer ao concurso, como o inglês, porém, mesmo diante de algumas dificuldades, ela acredita em seu potencial para vencer e trazer mais uma coroa para o Piauí.
 "Temos que trabalhar vários aspectos. Nós sabemos que ninguém é perfeito. Sei que meu inglês pode ser um empecilho, mas pretendo me esforçar para melhorar e conquistar esse título tão importante para mim. Eu sempre tive consciência que tinha potencial", ressaltou.
 Negra e defensora do empoderamento feminino, Monalysa conta que sempre buscou superar os obstáculos enfrentados.  "Sempre batalhei para superar as adversidades, os preconceitos, sendo mulher, negra e nordestina. Nunca deixei me abater durante minha caminhada até aqui. Quando você tem vontade e verdade, a mensagem chega em primeiro lugar", afirmou.
 Preconceito
 A Miss Brasil disse que não vai se abalar com ataques racistas recebidos em comentário na internet. Ela pretende focar em sua carreira como modelo.
 Fonte:Portal Cidade Verde

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Atletas da cidade de Miguel Alves vão disputar o Pan-Americano de Karatê em Lima

 Robson Henrique Texeira Sousa, Eliete Gomes Texeira, Ana Clúdia Costa da Silva, Karolyne Amaco Paiva foram convocados para compor a delegação da Seleção Brasileira de Karatê que vão viajar para o Lima-Peru.
Aproveitado a oportunidade pedimos a ajudar de todos para que possamos ir representar o Brasil juntamente com outros estados classificados para o Pan Americano que acontecerá em Lima-Peru.
Dias 23, 24, 25, 26 de novembro deste ano.
Professor: José Herinque Sousa
Conta:   10.424-1
Agencia: 22.98-5
Conta corrente
Banco do Brasil
Contato:(86) 9 9833-1868 falar com Herinque.
Competições e Medalhas
Histórico da Academia Transforme de Karatê
28/04/2013
I- Competição: SESC Ilhotas (Professor João)
02 Medalhas – 1º Lugar
04 Medalhas – 2º Lugar
01 Medalha – 3º Lugar
Total: 07 Medalhas.
16/06/2013 – I Torneio Infanto Juvenil /
II- Competição: Premem Sul (Professor Vasconcelos)
09 Medalhas – 1º Lugar
05 Medalhas – 2º Lugar
07 Medalhas – 3º Lugar
Total: 21 Medalhas.
01 Troféu de Melhor Escola
11- 12- 13/07/2013
III- Competição: Norte Nordeste (SenseiNiltão)
Equipe piauiense conquistou:
02 Medalhas – 1º Lugar
01 Medalha – 2º Lugar
03 Medalhas – 3º Lugar
Total: 06 Medalhas.
29/09/2013
IV-  Competição: 1º Torneio Miguel Alves-PI (Professor Henrique)
08 Medalhas – 1º Lugar
15 Medalhas – 2º Lugar
15 Medalhas – 3º Lugar
Total: 38 Medalhas.
01 Troféu de Melhor Escola de Karatê do Estado do Piauí.
24/11/2013
V-  Competição: IV Campeonato Piauiense (SenseiCirone)
18 Medalhas – 1º Lugar
13 Medalhas – 2º Lugar
13 Medalhas – 3º Lugar
Total: 44 Medalhas.
01 Troféu de Melhor Escola do Piauí
21/09/2014
VI-   Competição: II Competição Miguel Alves-PI (Professor Henrique)
21 Medalhas – 1º Lugar
18 Medalhas – 2º Lugar
10 Medalhas – 3º Lugar
Total: 49 Medalhas.
01/05/2015
VII- Competição: Campeonato Maranhense e Copa Internacional – São Luís -MA (SenseiMácio)
04 Medalhas – 1º Lugar
07 Medalhas – 2º Lugar
05 Medalhas – 3º Lugar
Total: 16 Medalhas.
30/08/2015
VIII-  Competição: Torneio ASKATE – Teresina –PI (Professor Delvane)
11 Medalhas – 1º Lugar
07 Medalhas – 2º Lugar
07 Medalhas – 3º Lugar
Total: 25 Medalhas.
20/09/2015
IXCompetição: III Torneio ASDAKT Transforme de Miguel Alves-PI (Professor Henrique)
11 Medalhas – 1º Lugar
10 Medalhas – 2º Lugar
11 Medalhas – 3º Lugar
Total: 32 Medalhas.
08/11/2015
X-  Competição: Copa Internacional – Pan Americano – Natal- Rio Grande do Norte (SenseiNiltão)
01 Medalha – 2º Lugar
05 Medalhas – 3º Lugar
Total: 04 Medalhas.
18/09/2016
XI- Competição: IV Torneio Transforme Miguel Alves-PI ( Professor Henrique)
13 Medalhas – 1º Lugar
17 Medalhas – 2º Lugar
23 Medalhas – 3º Lugar
Total: 53 Medalhas.
Em 11 Competições Conquistamos:
97 Medalhas – 1º Lugar
94 Medalhas – 2º Lugar
97 Medalhas – 3º Lugar
Total: 288 Medalhas.
Sendo 23 Medalhas Internacionais.

Fonte: Academia Transforme de Karatê de Miguel Alves

domingo, 20 de agosto de 2017

Diretor desisti de produzir filme em Miguel Alves

Foto divulgação
  Richarle Tuira desistiu de produzir um filme amador que seria gravado em Miguel Alves.
 O mesmo alegar a falta de atores suficiente para atuar no filme, precisava de 20 personagens arrumou 9 partipantes do meio por fim desistiram a maioria.  Foram feitas 3 três reuniões e divulgações nos meios de comunicação e nas escolas do município, ainda teve os ensaios mas foi sem sucesso.
 O roteirista e diretor do filme Uma Razão Para Vencer que iria conta a História de um Menino Catador de Lixo que Virou Poeta.
  Lamenta: Não foi possível completar o elenco, para dar continuação aos trabalhos e os ensaios e posterior as gravações das cenas do filme em diferentes pontos de Miguel Alves.
 Richarle disse: Estou com o dever comprido e vou seguir em frente com meu projeto À Hora da Leitura.
 Ele que trabalha com a divulgação da cultura local no seu blog desde 2011 e com o incentivo a leitura.
 Em breve o autor estará lançando o seu 3 terceiro livro de poesias que se chama A Força do Amor é um convite a todos que gostam de poesias.
  Edição: Richarle Tuira
  E-mail: richarletuira@hotmail.com
  WhatSapp: (86) 9 9945-9047