terça-feira, 5 de setembro de 2017

Festejos de São Miguel Arcanjo em Miguel Alves 19 a 29 de setembro de 2017

Festejo de São Miguel Arcanjo 2017 Tema: Alegria de Ser Católico, Amo Minha Igreja. Amado paroquiano, louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo! 
  Com alegria, anunciamos que nossa Igreja está em Festa, o povo louva e canta os louvores ao Senhor, quando celebra o seu Patrono o Arcanjo Miguel. Por isso, é que convidamos você e família, como também, toda a Comunidade lugar do Encontro pessoal com Cristo. Este ano com o tema: “Alegria de ser Católico, amo a minha Igreja”, iremos partilhar a vida na escuta da Palavra de Deus, e assim, testemunhar a feliz caminhada de estar na Comunidade que alegre caminha para a Jerusalém celeste. Venha conosco celebrar, a casa de Deus já está arrumada e nós para lhe acolher na alegria e na paz de Filhos de Deus. Desde já contamos com a presença e oração. 
Pe. Jailton Pinheiro, Pe José Nery e Comissão Organizadora. 
AGENDA RELIGIOSA Abertura 
Acolhida do mastro dia 17/09 às 17 h na casa Sr. Marçal Pontes. 
Espiritualidade 18/09 às 19h com Equipe do Festejo. 
Sarau dia 18/09 às 1h30min (Anfiteatro Próximo a Igreja)  
Alvorada e Oração de Abertura: dia 19/09 às 6h.  
Procissão de Abertura e Translado do Mastro: dia 19/09 às 17h30 saindo da casa Sr. Marçal Pontes. 
Sacramentos  Casamentos: Dia 24, às 11h. 
Batizados: Dia 24, às 09h,17h.  
Confissões todos os dias de 9h às 11h.
Café da Manhã no Abrigo São Miguel: dia 28/09 às 8h. 
Missa do Vaqueiro: Dia 28/09, às 9h. Encerramento 
Oração das Laudes da Solenidade de São Miguel: dia 29 /09 às 8h
Missa solene de São Miguel Arcanjo: Dia 29 /09 às 9h 
Procissão de Encerramento e Benção do Santíssimo: dia 29/09, às 17h30 AGENDA SOCIAL Show de Prêmios: Dia 29/09, após a Benção do Santíssimo Sacramento. Leilões e Quermesses: Todos os dias após a Santa Missa. NOVENAS 1ªNovena Dia – 20/09 - Quarta Feira: 19h 2ªNovena Dia- 21/09 - Quinta feira: 19h 3ªNovena Dia - 22/09 - Sexta feira: 19h 4ªNovena Dia - 23/09 - Sábado: 19h 5ªNovena- Dia - 24/09 - Domingo: 19h 6ªNovena- Dia- 25/09 - Segunda feira: 19h 7ªNovena- Dia - 26/09 - Terça feira: 19h 8ªNovena- Dia - 27/09 - Quarta feira: 19h 9ªNovena- Dia - 28/09 - Quinta feira: 19h

  Fonte: Paroquia de São Miguel Arcanjo de Miguel Alves-PI



A história despertada pela crise ambiental

Os problemas ambientais passaram tornaram-se uma preocupação de todos
Os problemas ambientais passaram tornam-se uma preocupação para todos
Não se trata de contar a história da natureza, estabelecer uma relação entre a sociedade humana e os ambientes viveram
“Lucien Febvre costumava dizer: ‘a história é o homem’.
Eu, por outro lado, digo: a história é o homem e tudo mais.
Tudo é história: solo, clima, movimentos geológicos.”
(Fernand Braudel)
Na década de 1960, os problemas ambientais no mundo deixam de ser preocupação apenas de ambientalistas, de cientistas e de alguns estudiosos e interessados no assunto para assumir papel de destaque na agenda dos estados nacionais. O poder público foi despertado pela catástrofe africana representada por um longo período de seca (1967-1970) na região semiárida do Sahel, o que levou a ONU, entre outros eventos climáticos extremos, a convocar a sua primeira conferência para tratar dessa temática em Estocolmo, na Suécia (1972).
O desdobramento desse primeiro grande evento sobre meio ambiente foi a Conferência das Nações Unidas sobre desertificação, realizada em Nairóbi, no Quênia (1977). Esta conferência colocou na agenda da ONU o tema do meio ambiente, no geral, além de outros temas vinculados às mudanças do clima, mas foi determinante na luta contra a desertificação no plano mundial, sobretudo na aprovação, duas décadas mais tarde, da Convenção das Nações Unidas de Combate a Desertificação – UNCCD (1996).
No campo da história, no final dos anos de 1960 e início dos anos de 1970 surge uma nova geração de historiadores preocupados com a emergência da crise ambiental. A História e o Meio Ambiente começam a formar um novo campo na historiografia nos EUA, de forma pioneira, expandindo-se posteriormente para a Europa e chegando ao Brasil no final da década de 1980.
Não se trata de contar a história da natureza ou da ecologia, mas sim de estabelecer uma relação dialética entre a sociedade humana e os ambientes em que viveram ao longo do tempo e quais transformações produziram ao meio e em que medida o uso dos recursos naturais influenciou a constituição de determinadas sociedades. Para o historiador norte-americano Donald Worster, “a história ambiental trata do papel e do lugar da natureza na vida humana”.
O Marxismo e a Nova História, ao romperem com a historiografia tradicional, não conseguiram estabelecer, em certa medida, uma adequada articulação da esfera econômica e cultural, respectivamente, com o ambiente onde as sociedades se desenvolveram. Trata-se de juntar numa mesma análise o que nunca foi separado: o universo das relações entre as sociedades humanas e a natureza.
Segundo Drummond, essas correntes historiográficas mencionadas, que romperam com a visão da história tradicional, “tem sido incapaz de esclarecer exatamente os tipos de sociedade gerados pela exploração de um recurso natural ou de vários recursos simultaneamente, ou de vários recursos em sequência”. Isto é, o objetivo da história ambiental “seria identificar, em escala regional e local, que tipos de sociedade se formaram em torno de diferentes recursos naturais, que permanência teve essas sociedades e que tipo de consequências elas criaram para os seus ambientes sustentarem outros tipos de sociedade”.
Para Carvalho, uma das principais contribuições da história ambiental está na preservação da memória, ou seja, as pesquisas das relações dos homens com os ambientes em que viviam, e o uso que faziam e fazem dos recursos naturais disponíveis, podem contribuir com a sociedade atual, além de possibilitar conscientização sobre a necessidade do uso racional e sustentável dos ativos ambientais, com vistas a evitar que os erros do passado possam se repetir no presente e no futuro.
Nesse mesmo sentido, destaca-se o trabalho do historiador norte-americano Warren Dean sobre a “devastação” da Mata Atlântica no Brasil, pois atualmente só resta cerca de 10% de sua cobertura original. Ressalta o autor que o conhecimento desse passado pode ajudar a preservar outros biomas, como a Floresta Amazônica, por meio do questionamento: “não deveria esse holocausto produzido pelo homem ser relatado de geração para geração?” E ainda arremata: “não deveria o manual de história aprovado pelo Ministério da Educação começar assim: 'crianças, vocês vivem em um deserto; vamos lhes contar como foi que vocês foram deserdadas’”.
Todavia, Pádua nos chama a atenção para o fato de que não se pode julgar as gerações passadas utilizando conceitos e valores atuais. Nessa perspectiva, salienta que:
“É essencial, no entanto, evitar o anacronismo e a pretensão de que os indivíduos do passado possam ser cobrados em razão de categorias tão modernas quanto são ecologia, sustentabilidade, impactos da ação humana etc. É preciso entender cada época no seu contexto geográfico, social, tecnológico e cultural. [...] A pesquisa em história ambiental, de toda maneira, até pelo próprio fato de ser "ambiental", não costuma se fazer na abstração das teorias puras, mas sim nas contradições de lugares e experiências vividas. Na maioria das vezes, ela se dá por meio de recortes geográficos e biofísicos concretos: uma região florestal, uma bacia hidrográfica, uma cidade, uma zona agrícola etc. [...] A história ambiental, como ciência social, deve sempre incluir as sociedades humanas. Mas também reconhecer a historicidade dos sistemas naturais. O desafio, repetindo, é construir uma leitura aberta e interativa da relação entre ambos. Tal postura aberta deve significar, em sentido fundamental, o abandono da visão catastrófica e do "homem devastador" que a voz das ruas costuma exigir. [...] No sentido mais profundo, o desafio analítico é o de superar as divisões rígidas e dualistas entre natureza e sociedade, em favor de uma leitura dinâmica e integrativa, fundada na observação do mundo que se constrói no rio do tempo”.
Em função dessa compreensão, Pádua revela que as origens das preocupações ambientais no Brasil são anteriores ao processo de industrialização e remontam ao processo de independência. Tal constatação foi identificada em diversos discursos de uma parcela minoritária das nossas elites, que alertavam para o uso dos ativos ambientais de forma irracional e desordenada, inclusive com previsões pioneiras ao risco da desertificação, citando intelectuais como José Bonifácio de Andrada e Silva e Joaquim Nabuco, entre outros.
Na mesma perspectiva de Pádua, Duarte enfatiza a importância de “[...] compreender a historicidade das relações entre a sociedade e a natureza pode, certamente, dar-nos instrumentos para assumir uma postura mais crítica frente aos debates sobre o ambiente”. Patenteia que a relevância do conhecimento histórico evidencia que “tornarmo-nos mais capazes de perceber [...] tanto as falácias do desenvolvimento como as idealizações autoritárias de algumas propostas ecológicas ditas ‘alternativas’”.
Com base nessa compreensão, concorda-se com a assertiva de Worster de que os homens provocam “mudanças” e não “danos” ao ambiente.
Do ponto de vista do método, o historiador ambiental busca estabelecer, como premissa, a delimitação do campo de trabalho que defina recortes baseados em uma determinada região ou bacia hidrográfica, um dado bioma, uma cidade ou área agrícola, etc. Destarte, Worster, cujas obras principais tratam das origens dos processos de desertificação nos EUA, fruto das ações dos homens e da natureza, ressalta que:
“[...] Há três níveis em que a nova história funciona, três conjuntos de questões que ela enfrenta [...], três grupos de perguntas que ela procura responder, cada um deles exigindo contribuições de outras disciplinas e aplicando métodos especiais de análise. O primeiro trata do entendimento da natureza propriamente dita, tal como se organizou e funcionou no passado. [...] O segundo nível da história ambiental introduz o domínio socioeconômico na medida em que este interage com o ambiente. [...] Por fim, formando um terceiro nível de análise para o historiador, vem aquele tipo de interação mais intangível e exclusivamente humano, puramente mental ou intelectual, no qual percepções, valores éticos, leis, mitos e outras estruturas de significação se tornam parte do diálogo de um indivíduo ou de um grupo com a natureza [...]”.
Nesse sentido, Worster nos ajuda a formular as perguntas cujas respostas nos permitirão alcançar nossos objetivos, responder ao problema colocado e constatar ou não a hipótese do trabalho de pesquisa, utilizando a metodologia da história ambiental.
Importante destacar que, no caso do Piauí, temos uma obra pioneira na perspectiva da história ambiental. Trata-se da tese de doutorado de Gercinair Gandara sobre o Rio Parnaíba e a sua relação com a formação da sociedade piauiense, particularmente com as populações das cidades que foram fundadas nas margens do “Velho Monge”. Para a autora, foi esse recurso natural e esse curso d’água “quem propiciou a povoação em suas beiras. Ele foi/é via regional que transporta(va) mercadorias, pessoas e, consequentemente, suas representações [...], suporte material com função de ligar, unir espaços e gentes”.
Sendo assim, acrescente-se, em conformidade com Drummond que:
“a comunidade de cientistas sociais e afins precisa estudar melhor e incorporar analiticamente as variáveis biofísicas, superando um receio infundado de sucumbir a “determinismos” naturalistas, trilhando os caminhos abertos por alguns clássicos de nossas disciplinas, como Caio Prado Jr., Gilberto Freyre, Darcy Ribeiro e Sérgio Buarque de Holanda. Esses caminhos ficaram abandonados por muito tempo e precisam ser desbravados “a facão”, para dar acesso à “fronteira” ainda inexplorada dos estudos socioambientais”.
 Desertificação em Gilbués, região sul do Piauí
          Desertificação em Gilbués, região sul do estado Piauí 
Uma pesquisa que nos permita compreender o processo histórico da desertificação em Gilbués-PI, por exemplo, deve considerar esses pressupostos teóricos, visando investigar a sociedade gilbuense no tempo e no espaço, sobretudo resgatando o período em que teve início esse fenômeno, aproximadamente a partir da década de 1940. Ao analisar a sociedade local, é fundamental destacar suas preocupações, angustias e contradições, e as demandas que levaram à forma de uso dos recursos naturais naquela região. Para tanto, como a história ambiental tem caráter interdisciplinar, por requerer o diálogo sistemático com as demais ciências humanas e naturais, é importante utilizar o conhecimento já produzido sobre os diversos processos que levaram à degradação do solo para ilustrar e fortalecer essa complexa análise das relações dos homens com a natureza.
Referências
CARVALHO, E. B. A história ambiental e a “crise ambiental” contemporânea: um desafio político para o historiador. Esboços, Florianópolis, v. 11, n. 11, p. 105-117, 2004.
DEAN, W. A ferro e fogo: A história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Companhia das Letras, 1996.
DRUMMOND, J. A. A história ambiental: temas, fontes e linhas de pesquisa. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 4, n. 8, p. 177-197, 1991.
______. A. Por que estudar a história ambiental do Brasil? Ensaio temático. Varia História, Belo Horizonte, v. 26, n. 1, p. 13-32, jan. 2002.
DUARTE, R. H. História & Natureza. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
GANDARA, G. S. Rio Parnaíba ... Um cadinho de mim e a história ambiental. Textos de História, v. 17, n. 1, p. 39-57, 2009.
MACAMBIRA, D. M. A História Ambiental e o processo de desertificação em Gilbués (PI). Informe Econômico: Ano XIX, n. 36. Teresina, EDUFPI, 2016, p. 44-50.
PÁDUA, J. A. Um sopro de destruição: pensamento político e crítica ambiental no Brasil escravista (1786-1888). Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2002.
______. As bases teóricas da história ambiental. Estudos Avançados, São Paulo, v. 24, n. 68, p. 81-101, São Paulo, 2010.
WORSTER, D. Para fazer história ambiental. Tradução de José Augusto Drummond. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, v. 4, n. 8, p. 198-215, 1991.
 Dalton Macambira é professor do Departamento de História da Universidade Federal do Piauí – UFPI e doutorando em Desenvolvimento e Meio Ambiente pelo PRODEMA/UFPI (daltonmacambira@msn.com). CV: http://lattes.cnpq.br/1103145216766050
  Fonte: http://www.douglascordeiro.com/artigos/dalton-macambira/a-historia-despertada-pela-crise-ambiental-2860.html

sábado, 2 de setembro de 2017

Manifestação dos Excedentes da Policia Militar-PI 2017

População de Miguel Alves Pede Mais Segurança.
Promotoria de Justiça, Recomendação ao secretário estadual de Administração e ao Comandante Geral da PM-PI a fim de que republiquem imediatamente a relação dos classificados para a 2º etapa, incluindo todos os candidatos que, cumulativamente, alcançaram a pontuação igual ou superior a 60% do total de pontos da prova escrita objetiva e obtiveram, no mínimo, 50% do total de pontos de cada uma das matérias e estejam dentro do limite de duas vezes o número de vagas previstas.

Segundo o promotor de Justiça Fernando Santos, o Edital de retificação nº 01 ao Edital nº 001/2017, limitou o número de classificados em 480 candidatos e contraria o artigo 17 do Decreto nº 15.259, de 11 de julho de 2013, que estabelece as regras gerais para a realização de concursos públicos no âmbito do Estado do Piauí, e a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal segundo a qual a alteração das normas do edital no decorrer do processo seletivo, só é possível nos casos em que há alteração legislativa que disciplina a respectiva carreira.

  Hoje pela manhã ocorreu uma manifestação em prol de mais efetivo Policial Militar para nosso estado em especial nosso município Miguel Alves, que vem sofrendo com assaltos constantes tanto na zona urbana quando na zuna rural.

Devido à falta de policiamento na cidade, Miguel Alves já não suporta tanta falta de segurança, pois seu efetivo na cidade ser reduzido, com 9 policiais lotados no GPM da cidade, somente 2 policiais de plantão para atender a demanda de ocorrências, tento em vista que nosso município possui mais de 33 mil habitantes, a cidade tem mais 160 localidades, este quadro de militares não estão dando conta de tantos assaltos, que vem acontecendo em nossa cidade.
 Fonte: ASSOCIAÇÃO DO OFICIAIS MILITARES DO ESTADO DO PIAUÍ-AMEPI

  Vereadores que apoiaram o manifesto.

Adauto dias.
Edisssanda ferreira. 
Teresa moreira.
Jefferson moreira.
Fábio menezes.
    Edição: Richarle Tuira
    Veja mais fotos!


                       Fotos Richarle Tuira

sábado, 26 de agosto de 2017

No Piauí, Miss Brasil diz que se inspira em Lais Ribeiro e não vai se abalar com ataques

  Resultado de imagem para Imagens da miss Brasil Monalysa alcântara
  Com apenas 18 anos, a piauiense Monalysa Alcântara, há quase uma semana está envolvida em uma rotina corrida de eventos e entrevistas. Desde que foi escolhida Miss Brasil 2017, tem recebido muito carinho e também demonstrado força diante da onda de preconceito que enfrentou nas redes sociais.
 Após carreata pelas ruas de Teresina, na tarde desta sexta-feira (25), Monalysa foi recebida por familiares, amigos e pela imprensa em uma casa de decoração, na zona Leste de Teresina.
 Em entrevista ao Cidadeverde.com, a Miss Brasil destacou o desejo de representar bem o país na disputa do Miss Universo e sobre a carreira de modelo que pretende continuar.
 "Não me vejo fazendo outra coisa da vida. Sempre busquei a carreira de modelo, desde pequena. Uma das minhas grandes inspirações como modelo é a Lais Ribeiro. Um dos meus maiores sonhos é me tornar uma "angel" da Victoria's Secret", disse Monalysa, com um sorriso largo no rosto.
 Sobre a disputa para o Miss Universo, Monalysa declarou que precisa se aperfeiçoar para concorrer ao concurso, como o inglês, porém, mesmo diante de algumas dificuldades, ela acredita em seu potencial para vencer e trazer mais uma coroa para o Piauí.
 "Temos que trabalhar vários aspectos. Nós sabemos que ninguém é perfeito. Sei que meu inglês pode ser um empecilho, mas pretendo me esforçar para melhorar e conquistar esse título tão importante para mim. Eu sempre tive consciência que tinha potencial", ressaltou.
 Negra e defensora do empoderamento feminino, Monalysa conta que sempre buscou superar os obstáculos enfrentados.  "Sempre batalhei para superar as adversidades, os preconceitos, sendo mulher, negra e nordestina. Nunca deixei me abater durante minha caminhada até aqui. Quando você tem vontade e verdade, a mensagem chega em primeiro lugar", afirmou.
 Preconceito
 A Miss Brasil disse que não vai se abalar com ataques racistas recebidos em comentário na internet. Ela pretende focar em sua carreira como modelo.
 Fonte:Portal Cidade Verde

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Atletas da cidade de Miguel Alves vão disputar o Pan-Americano de Karatê em Lima

 Robson Henrique Texeira Sousa, Eliete Gomes Texeira, Ana Clúdia Costa da Silva, Karolyne Amaco Paiva foram convocados para compor a delegação da Seleção Brasileira de Karatê que vão viajar para o Lima-Peru.
Aproveitado a oportunidade pedimos a ajudar de todos para que possamos ir representar o Brasil juntamente com outros estados classificados para o Pan Americano que acontecerá em Lima-Peru.
Dias 23, 24, 25, 26 de novembro deste ano.
Professor: José Herinque Sousa
Conta:   10.424-1
Agencia: 22.98-5
Conta corrente
Banco do Brasil
Contato:(86) 9 9833-1868 falar com Herinque.
Competições e Medalhas
Histórico da Academia Transforme de Karatê
28/04/2013
I- Competição: SESC Ilhotas (Professor João)
02 Medalhas – 1º Lugar
04 Medalhas – 2º Lugar
01 Medalha – 3º Lugar
Total: 07 Medalhas.
16/06/2013 – I Torneio Infanto Juvenil /
II- Competição: Premem Sul (Professor Vasconcelos)
09 Medalhas – 1º Lugar
05 Medalhas – 2º Lugar
07 Medalhas – 3º Lugar
Total: 21 Medalhas.
01 Troféu de Melhor Escola
11- 12- 13/07/2013
III- Competição: Norte Nordeste (SenseiNiltão)
Equipe piauiense conquistou:
02 Medalhas – 1º Lugar
01 Medalha – 2º Lugar
03 Medalhas – 3º Lugar
Total: 06 Medalhas.
29/09/2013
IV-  Competição: 1º Torneio Miguel Alves-PI (Professor Henrique)
08 Medalhas – 1º Lugar
15 Medalhas – 2º Lugar
15 Medalhas – 3º Lugar
Total: 38 Medalhas.
01 Troféu de Melhor Escola de Karatê do Estado do Piauí.
24/11/2013
V-  Competição: IV Campeonato Piauiense (SenseiCirone)
18 Medalhas – 1º Lugar
13 Medalhas – 2º Lugar
13 Medalhas – 3º Lugar
Total: 44 Medalhas.
01 Troféu de Melhor Escola do Piauí
21/09/2014
VI-   Competição: II Competição Miguel Alves-PI (Professor Henrique)
21 Medalhas – 1º Lugar
18 Medalhas – 2º Lugar
10 Medalhas – 3º Lugar
Total: 49 Medalhas.
01/05/2015
VII- Competição: Campeonato Maranhense e Copa Internacional – São Luís -MA (SenseiMácio)
04 Medalhas – 1º Lugar
07 Medalhas – 2º Lugar
05 Medalhas – 3º Lugar
Total: 16 Medalhas.
30/08/2015
VIII-  Competição: Torneio ASKATE – Teresina –PI (Professor Delvane)
11 Medalhas – 1º Lugar
07 Medalhas – 2º Lugar
07 Medalhas – 3º Lugar
Total: 25 Medalhas.
20/09/2015
IXCompetição: III Torneio ASDAKT Transforme de Miguel Alves-PI (Professor Henrique)
11 Medalhas – 1º Lugar
10 Medalhas – 2º Lugar
11 Medalhas – 3º Lugar
Total: 32 Medalhas.
08/11/2015
X-  Competição: Copa Internacional – Pan Americano – Natal- Rio Grande do Norte (SenseiNiltão)
01 Medalha – 2º Lugar
05 Medalhas – 3º Lugar
Total: 04 Medalhas.
18/09/2016
XI- Competição: IV Torneio Transforme Miguel Alves-PI ( Professor Henrique)
13 Medalhas – 1º Lugar
17 Medalhas – 2º Lugar
23 Medalhas – 3º Lugar
Total: 53 Medalhas.
Em 11 Competições Conquistamos:
97 Medalhas – 1º Lugar
94 Medalhas – 2º Lugar
97 Medalhas – 3º Lugar
Total: 288 Medalhas.
Sendo 23 Medalhas Internacionais.

Fonte: Academia Transforme de Karatê de Miguel Alves

domingo, 20 de agosto de 2017

Diretor desisti de produzir filme em Miguel Alves

Foto divulgação
  Richarle Tuira desistiu de produzir um filme amador que seria gravado em Miguel Alves.
 O mesmo alegar a falta de atores suficiente para atuar no filme, precisava de 20 personagens arrumou 9 partipantes do meio por fim desistiram a maioria.  Foram feitas 3 três reuniões e divulgações nos meios de comunicação e nas escolas do município, ainda teve os ensaios mas foi sem sucesso.
 O roteirista e diretor do filme Uma Razão Para Vencer que iria conta a História de um Menino Catador de Lixo que Virou Poeta.
  Lamenta: Não foi possível completar o elenco, para dar continuação aos trabalhos e os ensaios e posterior as gravações das cenas do filme em diferentes pontos de Miguel Alves.
 Richarle disse: Estou com o dever comprido e vou seguir em frente com meu projeto À Hora da Leitura.
 Ele que trabalha com a divulgação da cultura local no seu blog desde 2011 e com o incentivo a leitura.
 Em breve o autor estará lançando o seu 3 terceiro livro de poesias que se chama A Força do Amor é um convite a todos que gostam de poesias.
  Edição: Richarle Tuira
  E-mail: richarletuira@hotmail.com
  WhatSapp: (86) 9 9945-9047

Monalysa Alcântara traz a coroa de Miss Brasil pela 1ª vez para o Piauí

Monalysa.png
  A piauiense Monalysa Alcântara é a Miss Brasil 2017. Estudante de administração, ela tem apenas 18 anos. À final do concurso, ela chegou ao lado da representante do Rio Grande do Sul, Juliana Mueller, mas foi quase unanimidade entre os jurados, que disseram seus votos abertamente, exaltando a brasilidade e atitude da teresinense.
  O terceiro lugar ficou com Stephany Pim, do Espírito Santo.
  Monalysa irá representar o Brasil no concurso Miss Universo, que acontece em novembro. Ela conseguiu, de longe, a melhor campanha para o Piauí no concurso nacional, que elege a mais bela mulher do país. Até então o melhor resultado conquistado pelo estado era o Top12.
  Todo o carisma da teresinense na passarela a levou para o Top 5, fase em que o mais importante é a oratória, demonstrando posicionamento forte e dando ênfase no combate ao machismo e preconceito.
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Na primeira eliminatória do Miss, Monalysa permaneceu na disputa ao lado das candidatas do Pernambuco, Alagoas, Paraná, Bahia, Tocantins, Sergipe, Mato Grosso, Maranhão, Acre, Goiás e Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Amazonas. Na etapa seguinte seguiu no páreo ao lado de Espírito Santo, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Maranhão, Acre, Alagoas e Ceará.
Chegou ao Top5, resultado até então considerado surpreendente, contra as misses de Rio Grande do Sul, Sergipe, Espírito Santo e Pernambuco.
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"Tenho uma super estratégia: ser eu mesma. Eu, Monalysa Alcântara, nordestina, que consegui muita coisa, com muitas dores, e foi isso que me fez ser a mulher que sou hoje. É ser eu mesma, não tem segredo", disse a piauiense, na primeira rodada de perguntas dos jurados.
Quando precisou dizer qual plano para o seu reinado, ela levantou a plateia ao dizer: "Quero levar o poder para as mulheres, quero dar voz a vocês. Quero mostrar para todos que temos força de vontade. Temos coragem, inteligência, e vamos passar por cima do preconceito e do machismo"
Além do título, Monalysa ganha uma viagem para Dubai com acompanhante, um carro 0km da Kia, e ainda o contrato no valor de R$ 100 mil com a Polishop.
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  Fonte: Portal 180 graus

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Quebradeiras de coco babaçu de Miguel Alves recebem incentivo da Fundação BB

  
Foto: Divulgação
  A construção de duas novas unidades de processamento do babaçu irá fortalecer e empoderar mulheres do assentamento Maracá/Retrato e povoado Riacho do Conrado, no município de Miguel Alves. Com o investimento social de R$ 250 mil da Fundação Banco do Brasil, a Associação das Mulheres Quebradeiras irá adquirir também máquinas e equipamentos para melhorar o modo de produção com aproveitamento de todas as partes do babaçu, ampliando o potencial de sua cadeia produtiva.
  O prefeito de Miguel Alves, Oliveira Júnior, disse estar orgulhoso por mais uma vez saber que o trabalho da Associação foi reconhecido, e segundo ele, as quebradeiras de coco é uma marca registrada do município.
              Fonte: Portal 180 graus Miguel Alves