sexta-feira, 28 de março de 2014

Resgatar a Cultura é Necessário

 
  A cultura está esquecida é necessário resgatar a nossa identidade cultural.
 O que estamos esperando?
 Tanta coisa boa;que Miguel Alves,tem para mostrar para o mundo.
 Não podemos fechar os olhos, para a realidade que estamos vivendo?
 O passando, faz parte do presente.
 Ajude-nos a resgatar a cultura local.
 Conto com você!
          Edição Richarle Tuira
         Foto: Casarão Olho D'água do Azevedo

segunda-feira, 24 de março de 2014

Atriz global ganha DVD de cantor miguelalvense

  O músico Aurélio Andrade de Miguel Alves se encontrou em Brasília com a atriz global Letícia Sabatella, o momento teve direito a fotos, e presente, já que o artista da nossa terrinha presenteou a simpática atriz com o seu 2º DVD. Ele participava de uma atividade política onde estava-se debatendo a PEC do trabalho escravo.
  Aurélio também manteve contato com Osmar Prado, Marcos Wilker, entre outras figuras do cenário nacional. Ele arrancou elogios de todos que ficaram sabendo de sua história de vida.
Foto: arquivo pessoal
  Fonte: Portal CMN

quarta-feira, 19 de março de 2014

Moradores revoltados interditam Rua 7 de Julho no Bairro Vacaria em Miguel Alves

Entrada do Bairro Vacaria
 Hoje por volta do  meio de  quarta-feira,19 de março, a Rua 7 de Julho, no Bairro Vacaria, município de Miguel Alves, sendo esta a principal rua que dá acesso ao estado do Maranhão,  foi interditada por moradores revoltados com o descaso por parte da Gestão pública.  Os moradores reivindicam calçamento e reclamam dos ônibus, e carros, da Prefeitura Municipal de Miguel Alves, e também dos caminhões da Empresa, que produz arroz, no município, que costumam passar diariamente por esta rua, causando muita poeira e graves problemas à saúde do povo, principalmente as crianças e idosos.
“A poeira está nos matando, trazendo consequências desagradáveis”,disse um dos moradores que não quis se identificar.
  A manifestação do povo é um direito, principalmente quando é realizada da maneira que está sendo, com respeito, e ordem. 
  A Redação do blog:miguelalvespontodecultura foi informada que a manifestação acontecerá por tempo indeterminado pois os manifestantes, aguardam o secretario de obra, para dá uma solução do problema ou a prefeita, aparecer para uma renião para definir o que vai ser feito de imediato até lá nenhum veículo passará pela rua 7 de julho.
                                     Edição e fotos: Richarle Tuira
                                     Veja as fotos!


  Hoje 21 de março de 2014. Foi realizada uma reunião ás h 11:20 h, com comissão que lidera o manifesto de fechamento da Rua 7 de Julho no Bairro Vacaria, esteve presente o secretário de comunicação da prefeitura de Miguel Alves, o senhor Odivan Fortes Torres, representando a prefeita pois a mesma está viajando para Brasília-DF, segundo as informações do seu acesso.
  A pauta da reunião foi discutir as melhorias da Rua 7 de Julho, na ocisão se encontrava presente o gerente da Empresa Baquiti, o senhor José, conhecido popularmente por (Zezão), o mesmo se comprometeu de doar a piçarra,para colocar na rua que está cheia de buracos, uma forma de amenizar o problema da poeira, e da lama, naquele bairro, infelizmente os moradores não chegaram um acordo.
Algumas pessoas então reclamado do fechamento da Rua 7 de Julho, principalmente os lavradores, que tem quintas, nas margens do rio Parnaíba, Não podemos ir trabalhar por que somos impedido de passa pela aquela rua disse: ``Os lavradores, estamos se sentindo prejudicados como vamos trabalhar desse jeito``.
  As pessoas que vem do Maranhão, estão reclamado também nós não podemos ser impedindo de passa por aqui. Afirmou um professor que não quis se identificar pois o mesmo trabalhar na cidade de Miguel Alves.
   As empresas que prestam serviço a esse município estão reclamado dá demora para resolver o problema dos moradores, para liberar a principal via de acesso Ao Maranhão. Quanto mais demora mais prejuízos vamos ter com as vendas e com os nossos produtos disse: ``Um caminhoneiro chateado com a situação``.`
Atualizado ás 12:20 h.

Hoje 26 de março de 2014. Por voltas das 9:00 h da manhã, os moradores do Bairro Vacaria, tomaram uma decisão coletiva em abrir a Rua 7 de Julho, que dá acesso ao Maranhão. Veja o que diseram: ``Os moradores, nós não queremos briga e nem confusão confusão com ninguém``. Segundo os manifestantes, ainda esperamos por uma resposta do pode pode público municipal. Para resolver o problema da poeira e da lama,nesse bairro tão necessitado pois há mais de 50 anos nós conviver com o descaso dos políticos, que nunca fizeram nada pelo Bairro Vacaria``. Segundo informação de um morador que não quis se identificar.
Rua 7 de julho Bairro Vacaria
 
Entrada que dá acesso a balsa ao Maranhão
   Maiores: Informações: E-mail.: richarletuira@hotmail.com


terça-feira, 18 de março de 2014

UMA EDUCAÇÃO DO CAMPO

Foto: Ana Celia
   O fechamento de escolas no campo podemos considerar uma desatenção aos sujeitos do campo e pode ser compreendida como discriminação, gerando tendência à não escolarização “in loco” ou à desvalorização do campo. A proposta em fazer os deslocamentos de alunos para a cidade ou outras localidades gera uma educação fora do contexto cultural e socioeconômico denota tratar a cultura do campo como inferior. Constitucionalmente, o fechamento das escolas fere quatro dimensões do direito à Educação: DISPONIBILIDADE; ACESSIBILIDADE; ACEITABILIDADE E ADAPTABILIDADE.
  A escola precisa existir, do contrário, não há disponibilidade. A distância percorrida pelos educandos até as escolas urbanas e/ou em outras localidades fere a acessibilidade, que é um direito que começa com a escola próxima onde a demanda existe.
   Quanto à questão da aceitabilidade, mencionaremos o currículo e Projeto Político Pedagógico (PPP) planejado a partir das necessidades dos centros urbanos. Esse não atende a realidade dos sujeitos do campo e na maioria dos casos não está em consonância com as realidades das escolas e com o contexto dos alunos, sejam das cidades ou do campo, prejudicando a formação dos educandos e os educadores. Os currículos urbanizados estão carregados de violação e estereótipos e aos elaboradores faltam conhecimento e discernimento sobre sua elaboração e sobre as diferentes realidades políticos sociais.
   A adaptabilidade diz que a escola é quem deve se adaptar aos educandos e deve ser georreferenciada – isso para que os educandos possam estudar o mais próximo de sua residência e de sua realidade. Assim, a política de fechamento de prédios educacionais contraria e fere as legislações que regem a educação no Brasil, inclusive o artigo 1º e artigo 54º do Estatuto da Criança e do Adolescente, que estabelece proteção integral, especialmente no que se refere à matrícula e frequência obrigatória em estabelecimento oficial de ensino fundamental. O ESTABELECIDO PELO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE, DIZ QUE NO ART. 53, INCISO V, ESTABELECE “O ACESSO À ESCOLA PÚBLICA E GRATUITA PRÓXIMA DE SUA RESIDÊNCIA”. O parecer CNE/CEB, N°3/2008 que indica no art.1° que:
A educação do campo compreende a educação básica em suas etapas de educação
infantil, ensino fundamental, [...] destina-se ao atendimento às populações
extrativistas, pescadores artesanais, ribeirinhos, assentados e acampados da reforma
agrária entre outros. Esta sendo oferecidas nas próprias comunidades rurais,
evitando-se os processos de nucleação em escolas e de deslocamento de crianças.
  A Constituição Federal (C.F.) de 1988, em seu art. 206, diz que: O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: (Alterado pela EC-000.019-1998)
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola;
II - liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber;
III - pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino;
IV - gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais; [...]
VI - gestão democrática do ensino público, na forma da lei;
VII - garantia de padrão de qualidade.
A própria C.F./88 preza a gestão democrática do ensino, mas as decisões têm sido tomadas verticalizadas, desrespeitando a lei. Notadamente, na área da educação, como direito de todos e obrigatoriedade do Estado, o que se presencia é o desrespeito ao cumprimento do que determina a Constituição, a LDB, o Plano Nacional de Educação e os pareceres e decretos atuais no que diz respeito à educação às populações do campo. Fala-se em gestão democrática e que é possível conviver com soluções adotadas de forma unilateral, mas constata-se o fechamento de escolas, ofendendo direitos e garantias educacionais, furtando o direito à participação do corpo social, através de suas organizações e movimentos sociais, no debate e na gestão das políticas públicas educacionais e nos planejamentos pedagógicos e administrativos.
Tal política de fechamento e transporte por meio de veículos pesados, como tem sido a prática, não resulta em maiores investimentos por parte do poder público? Não seria economicamente viável manter as escolas do campo, investir na formação de professores do campo, inclusive transportando professores das cidades para as escolas do campo? Não é menos desgastante físico e psicólogo para os alunos do campo estudar nas escolas do campo, próximos às suas residências, desenvolvendo conhecimentos sobre a realidade nacional, regional e local, respeitando suas peculiaridades – terra, produção e comercialização – do que se deslocarem quilômetros, desde a madrugada, cansados, em veículos inaptos, para estudarem distante de seu território? Estudo indicam que os poderes públicos municipais, movidos pela idéia de que a manutenção de centros de ensino no campo é economicamente insustentável para os cofres públicos, agrupam os alunos nas cidades, penalizando-os pelo transporte escolar, reduzindo o número de professores e servidores ligados às atividades de ensino e achatando salários. As análises dos dados não nos possibilitaram encontrar dados que sustentassem as teorias dos gestores municipais quanto a uma efetiva economia financeira quando ocorre o fechamento de escolas do campo e a concentração de alunos e professores no entorno das sedes administrativas – as “cidades”. Os indicativos apontam para questões e interesses políticos e eleitorais. Porem gostaria de saber da atual gestão qual é o valor da efetiva economia financeira. Estão querendo passar a idéia de que a nucleação é a melhor saída, porem pesquisas indica que a nucleação gera problemas como o deslocamento de ida e volta “in itinere” em veículos inadequados, além do tempo que os estudantes levam entre residência e ponto do transporte, condição de extremo estresse às crianças e adolescentes, indicando agressão a qualquer princípio de educação de qualidade. A segurança das crianças também não foi considerada se pensarmos nas condições que as crianças enfrentarão para deslocar-se, considerando seu lugar de residência e a distância de acesso ao transporte escolar. O acompanhamento das famílias às crianças com preocupação em garantir a continuidade dos estudos devido às condições dos transportes e estradas, a violência urbana e rural e a convivência diária em ambientes diversificados que valorizam não a vida e a cultura local, certamente não foram considerados na decisão tomada sendo que esses elementos também afetam a questão pedagógica. Lembrem que o processo de progressivo fechamento das escolas no meio rural gera o encerramento de outros serviços de caráter públicos. Veja se com os prédios públicos o poder publico negligencia nos seus serviços como limpeza e manutenção das estradas por exemplo e se não tiverem mais nenhuma ligação com a comunidade, ai é que nada mais será feito para a comunidade
  A partir da desativação das escolas no meio rural e transferência para centros maiores, o poder publico estará contribuindo para mais uma negação dos serviços públicos nas comunidades, promovendo assim, uma visão do campo como atrasado sem condições de vida e políticas públicas adequadas. As crianças são deslocadas de suas comunidades em transportes podendo estarem lotados, colocando em risco sua vida. Elas possuem idades que variam partir de 4 anos, saem de suas comunidades pela manhã, muito cedo ainda com muito sono e as vezes sem uma boa alimentação e com o cansaço a aprendizagem cai. Será que vai gerar uma educação de qualidade? Será que só a escola urbana é capaz de oferecer um ensino melhor a criança do campo? No nosso município estão andando na contramão do que prega a LDB em relação a educação contextualizada nesse caso está ocorrendo é DESCONTEXTUALIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO. Os pais as mães de família perderam a paz, pois pense na preocupação em mandar um filho (a) de 5 anos em um ônibus sozinho sem o acompanhamento de um adulto, o motorista está dirigindo, não poderá olhar todas as crianças. A distancia pode ser a mínima que seja mais é uma grande preocupação para as famílias. Tudo isso em nome da arrecadação de dinheiro. Para o fechamento de uma escola é preciso ouvir a posição da comunidade escolar e do ministério publico e a secretaria de educação tem que dá uma justificativa e deve ser analisados os impactos de cada ação. Nunca antes na historia desse município se pariu tanto elefante branco em tão pouco tempo.
                    Fonte: Professor José Nery 

Proposta de fechamento de escolas gera protestos

  Na manhã desta terça-feira, 18, dezenas de pais e alunos das localidades Santa Júlia e Areal, zona rural de Miguel Alves, foram atá a cidade protestar contra a decisão da prefeitura municipal de fechar duas escolas antigas das localidades Santa Júlia e Areal. A escola de Santa Júlia é denominada Escola Isolada Ezequias Gonçalves Costa, que guarda na sua história uma lista de miguel-alvenses nascidos na região que lá cursaram o primário, tendo como professoras as saudosas irmãs Raimunda Pereira Dutra e Maria dos Remédios, mais conhecida como professor Nega. Dentre os ex-alunos da velha Escola Isolada de santa Júlia eu me incluo e manifesto a minha tristeza em saber do seu fechamento, uma vez que foi nela que eu e tantos outros, meus irmãos e amigos de infância, aprenderam o bê-a-bá. A outra escola que também vai ser fechada a do Areal, tem a mesma história e a mesma tradição. Por isso a manifestação dos pais e dos alunos.
No início da tarde conversei com o vereador Cleó, líder da prefeita na Câmara Municipal. O vereador foi sincero ao afirmar que o fechamento de escolas não é uma iniciativa da prefeitura, mas sim uma resolução do Ministério da Educação que determina que toda e qualquer escola que tenha até 144 alunos, ou seja, 72 alunos por turno, devem ser fechadas e os alunos remanejados para uma escola de maior porte, localizada na região mais próxima. Portanto, na análise do vereador, não é inciativa da prefeita, contudo, o vereador admite que a secretaria de educação agiu errado, de “supetão”, ao chegar para os pais e dizer que as duas escolas seriam fechadas. Isto causou medo e revolta para os pais que já são acostumados com os filhos estudando perto de casa, sem riscos e sob os seus olhos. Para o vereador, a equipe da educação deveria ter feito um trabalho de conscientização, informando aos pais os verdadeiros motivos do fechamento das escolas sem prejuízo no processo de aprendizagem dos alunos e assegurando transporte escolar seguro e de qualidade. “Agora chegar de supetão causa susto e revolta, além de pegar mal para a administração porque deixa a impressão de que é uma decisão da prefeita, quando na verdade é uma determinação que vem de Brasília, do Ministério da Educação”.Conclui o vereador Cleó.
  Os protestantes se concentraram primeiro em frente à secretaria municipal de educação e depois foram até a sede da prefeitura para tentar falar com a prefeita Salete Rego sobre a decisão de fechar as duas escolas. Mas por mais que tenham feito barulho em frente à prefeitura, os pais não obtiveram êxito, pois a prefeita não se encontrava na cidade.Confira as fotos do protesto (via face de Ana Célia Dutra):
  Dona Milagres Xavier, proprietária da fazenda Areal e uma das grandes colaboradoras da escola daquela localidade que está na lista para ser fechada:
 

  Na foto,  Francisco José Lopes Dutra, ex-aluno da escola Isolada Ezequias Costa, de Santa Júlia, protesta por entender que o fechamento da escola representa apagar uma parte da história da educação do município.


 
 Rosa Matildes, filha da professora Inês Pereira Xavier, uma abnegada educadora que lecionou na escola do Areal, manifesta sua indignação com a notícia do fechamento da escola, a sua primeira porta para o vasto campo do saber.


Fonte: Blog. do Assis Dutra 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Acorda Cidadão é 3º Livro do Autor Juscelino Oliveira


Acorda Cidadão

  O escritor Juscelino Rodrigues Oliveira, atualmente residindo em São Paulo,
 filho do casal Miguel Borges de Oliveira em (in memorin) e Maria dos Miligres Rodrigues Oliveira(in memorin) depois do sucesso do seu 2º livro DIREITOS DA MULHER: ''Que toda mulher precisa saber e todo homem entender'' Juscelino Rodrigues Oliveira, lançou o seu 3º livro, o mais recente no último dia 05 de março em ocasião do seu aniversário.
   A presente obra vai levar o leitor a fazer uma grande reflexão sobre seus direitos. Nela o autor alerta a todos para que lutem em defesa destes, haja vista ser obrigação moral de toda pessoa defender os próprios direitos. Numa linguagem simples, ao alcance de todos, retrata a realidade política, econômica e social do nosso país através de verso e prosa, mostrando os últimos fatos sociais, como as manifestações de rua em junho de 2013, quando o povo acordou e foi às ruas protestar contra os políticos e a falta de serviços públicos de qualidade.


                                        Biografia do autor:
Juscelino Rodrigues Oliveira é piauiense de Miguel Alves; advogado especialista em Direito Empresarial: jornalista; arte- educador especialista em artes Cênicas; professor efetivo de arte da rede estadual de São Paulo há 23 anos; ex- seminárista; ex- professor universitário; ex- estudante de psicologia; autor de VCD Reciclart e do DVD jogando e Alfabertizando; cantor e compositor das músicas do CD Cantando Brasil e do CD cantando e Alfabertizando; autor do livro Brasil em Poesias- ontem e Hoje.


 O nosso livro Acorda Cidadão - Defenda Seus Direitos, encontra-se a venda na Allprinteditora...
http://www.allprinteditora.com.br/acorda-cidadao-defenda-seus-direitos

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

RIO PARNAÍBA ESTÁ MORRENDO

 Miguel Alves-Piauí  
Cidade da região Norte Piauiense
  Situa-se na mesorregião e microrregião de Teresina, no Baixo Parnaíba, com uma área de 1.419 km², ficando 112 km da capital. Limitando-se:
Ao norte- Porto/PI, a 45 km e ao Estado do Maranhão.
       Ao sul- União a 54 km, Lagoa Alegre a 86 km, e Cabeceiras.
                     Ao Leste- Nossa Senhora dos Remédios, a 62 km, e Barras a 95 km.
    Ao Oeste- Estado do Maranhão, com a cidade de Duque Bacelar, o acesso é feito de balsa.
   Características geográficas
  Área 1.419 km ²
  População 32.292 Hab./ IBGE/ 2010
  Densidade 22,6 Hab./km² 
Altitude 50 metros
     Longitude - 42° 53''43
  Fuso horário UTC-3
        Bioma Cerrado e Caatinga
   O município é em geral plano, sem montanhas e tem morros de pequena altura. Seu principal curso d'água é o Rio Parnaíba, perene e próprio para navegação de embarcações de pequeno porte. Suas principais lagoas: Riachão, Salina, Almas, Curtumes, Caraíbas, Conceição e Lagoa Porta. E os riachos de maior volume d água: Tamanduá, Arara, Ameixa, Riachão das Piranhas e Riachão de Fora.
O Clima
O clima é tropical semi-árido quente, com duração do período seco de seis meses. Temperatura máxima de 37ªC e mínima de 22ªC. Média pluviométrica em torno de 1.200 mm/ano. O período chuvoso inicia-se normalmente em dezembro, porém é de janeiro a maio que ocorre a maior concentração, com cerca de 85% do total anual.O Município de Miguel Alves apresenta, como o dos demais municípios do Médio Parnaíba, um clima mais ou menos quente e seco.
  Esse material que desce para dentro do leito do rio, atrapalhar o seu curso d água natural. Pois o mesmo está secando. Temos que tomar uma providência e resgatar a preservação das margens para evitar a diminuição das águas do rio.
   Nota-se o descaso das autoridades para tomar as devidas providências necessárias... Continuam fazendo quintas,nas margens do rio, e jogando  dejetos de vários tipos de produtos até agrotóxicos sem nenhuma preocupação de preparação e punição; as embalagens ou vidros de veneno deve ser devolvido para o revendedor do produto. Não basta o perigo que causa ao ser humano e para os peixes, e outros animais silvestre que existem naquele habitat.
    As matas ciliar das margens do rio Parnaíba, se encontram em extinção, existem poucas arvores, são elas, Criuri, Pau d água, Ingá, Calumbi, Pipoca de Galinha, são essas espécies de arvores, que tem na região do rio, são típica do cerrado nordestino. Segundo informações colhidas no local com os pescadores.
  A solução é reflorestar toda margem do rio que está desmatada e os lavadores, agricultores tem que respeitar o limite da margem do rio, não derrubar as arvores, evitar queimadas e não pode fazer quintas nas áreas de preservação Permanente pois tem pouca mata ciliar temos que preservar o rio pois o mesmo está secando. Disse o lavrador preocupado.
 
Quinta de milho e feijão
 Não existe uma fiscalização para quem? 
Jogar lixo dentro do rio, muito menos para quem despejar o esgoto no rio, sem tratamento. Isso poluí mais ainda a água, que está ficando escassa no planeta terra.
 Os mais predicados na cadeia alimentar são os peixes, e o ser humano que come o peixe contaminado está na hora do brasileiro mudar os seus hábitos e se conscientizar do problema que estão causando ao meio ambiente.         
Esgoto céu aberto Camboa em Miguel Alves-PI
Lixo na margem do rio




                    
 Estatísticas: Da atividade econômica pesqueira de 
Miguel Alves-PI
  
Piratinga pego no (rio Parnaíba) peso 41 kg, dia 04 de maio, no ano de 2.000.
                                      Tambaqui: Pego no ano de 2003.                                                                      Peso 13 kg
                                        
                                       Surubim: Peso 12 kg
 Pego no rio Paranaíba, dia 08/07/2008 terça-feira.                                  
 Com renda mensal de 60 kg de peixes por mês, uma média de 2 kg por dia de pescado. Pelos pescadores do município de Miguel Alves-PI.
  Segundo informações da Colônia de Pescadores Z-14.
                                        Pesca Artesanal
Foto: da Internet.
  -HOMEM;
  -ÁGUA;
  -APETRECHO DE PESCA;
  -ESPÉCIE DA REGIÃO;
                                 
LAGOAS DO MUNICÍPIO DE MIGUEL ALVES-PI

LAGOAS QUE NÃO SECAM

 LOCALIDADE CAJUEIRO
     01- Lagoa do Cajueiro 
     02- Lagoa do Pé do Morro
     03- Lagoa da Cancela

LOCALIDADE PORTO DO DESIGNO
    01- Lagoa das Almas
    02- Lagoa Comum

LOCALIDADE CHIBANÇA
   01- Lagoa das Traíras
   02- Lagoa Carro Quebrado 
   03- Lagoa do Barbosa
   04- Lagoa do Sucuri
   05- Lagoa do Pompeu
   06-Lagoa dos Monstros

LOCALIDADE BELÉM
   01- Lagoa do Girau 
   02- Lagoa do Calumbi
   03- Lagoa do Pé do Morro
   04- Lagoa da Porta

LOCALIDADE CENTRO DO DESIGNO 
  01- Açude do Centro
LOCALIDADE SANTA JULIA
   01- Lagoa do Cocho
   02- Lagoa do Silvio

LOCALIDADE AREAL
   01- Lagoa do Areal

ÁREA 01 DA BAQUIT
   01-Lagoa do Jacaré 
   02- Lagoa das Garças
   03- Lagoa do Poço Fundo
   04- Lagoa do Araticum

ÁREA 02 DA BAQUIT
   01- Lagoa do Ramalho
   02- Lagoa do Chico  Vieira

LOCALIDADE BELICIA
  01- Lagoa da Cancela
  02- Riachão
  03- Lagoa do do Arame
  04- Lagoa Comprida
  05-Lagoa da Pedra de Fogo
  06- Lagoa de Assis

LOCALIDADE CONCEIÇÃO
   01- Lagoa da Porta
   02- Lagoa da Isabel
   03-Lagoa dos Tocos

LAGOAS DA REGIÃO DO TAPUIO QUE NÃO SECAM
   01- Lagoa da Salina
   02- Lagoa do Curtume
   03- Lagoa da Porta
   04- Lagoa da Caraíba
   05- Lagoa da Porta do Cruza
   06- Lagoa da Encantada 
   07- Lagoa do Sebo
   08- Lagoa da Gaiuba
   09- Charco Tanquinho
   10- Camboa da Gameleira 
   11- Camboa da Água Azul
   12- Camboa da Cajazeira
   13- Lagoa do Marinho
   14- Lagoa dos Piaus
   15- Lagoa dos Patos
   16- Lagoa da Criminosa

APETRECHO DE  PESCA DA REGIÃO
   Instrumentos usados na pesca artesanal
                                      
 
                                                   01- Engancho (rede)
                                                   02- Tarrafa
                                    
Foto: da internet



                     
                                         03- Linha de Mão
                                        04- Anzol de Vara 
                                    
Foto: da internet















 05- Grosseira
 06- Curral
 07- Jiqui
 08- Tapagem
 09- Landuar
 10- Anzol de Espera
 11- Comomona (proibida)
 12- Quincho
                              
 13- Paneiro
 14- Peneira
 15- Litro
 16- Rede de Rastro ( Linha de Fiapo)
 17- Flecha
 18- Ramada

PEIXE DA REGIÃO DE MIGUEL ALVES-PI
1- Aregue
2- Boi de carro
3- Bagre (cagão)
4- Branquinho
5- Branquinha
6- Bico de pato
7- Cachimbo
8- Cari
9- Cumbá (o cangati)
10- Camarão
11- Curviana
12- Cará Praiano
13- Cara'( Barão)
14- Corcunda
15- Cambite
16- Caboje
17- Escama Dura
18- Fidalgo (O Boca Mole)
19- Flecheiro
20- Grajiola
21- Iú
22- Lampreia
23- Matrinxã
24- Mandi Dourado
25- Mandi Corró
26- Mandi Mole (O Pomba de Padre)
27- Mandubé ( Pintado)
28- Moreira
29- Navalha
30- Piratinga
31- Piau de Vara
32- Piau de Coco
33- Piau de Curimatá
34- Piranha
35- Pacu
36-Rabo de Fogo
37-Sarapó
38- Sabão ( Lopes)
39- Sardinha
40- Surubim
41- Traíra
42- Tambaqui
43- Tucanaré
44-Curimatá
                                                                
                                  A barca de Sal de Alberto Silva
A Barca do Sal, do então governador Alberto Silva em sua viagem  feita pelo Rio Parnaíba entre Parnaíba e Teresina chegou a passar  pelo município de Miguel Alves no ano de 1988 onde centenas de miguelalvenses puderam vê-la de perto causando grande admiração naquela época.
Foto da internet
    O rio Parnaíba, está com sua capacidade de água muito baixa; está morrendo ao pouco por causa do desmatamento de suas margens do assoreamento que vem acontecendo ao logo dos anos e nunca foi feito nada para impedir esses crimes ambientais. Precisamos fazer alguma coisa para salvar o rio, é necessário ações constantes dos governos durante um período que possibilitem a recuperação do mesmo, e a conscientização da população para sua preservação ambiental. 
   Têm muitos bancos de areia no seu leito, a sua capacidade de água não é mais  suficiente para navegação de grande porti; a balsa está tendo dificuldade de a travessar de Miguel Alves, a Duque Bacelar-MA. E até as pequenas navegações estão tendo dificuldades para navegar como as canoas, pois os pescadores já temem pelo seu sustento os peixes estão ficando extinto.
Balsa
Banco de areia
 Falta políticas públicas 
Lembrando os piauienses e os maranhenses se conscientizem da importância desse rio, pois ele é o 2° segundo e maior rio do Nordeste em volume de água doce perene; um milhão habitantes que vivem perto das suas margens devem lembra-se de utilizar a água de maneira correta para beber, cozinhar, irrigar, plantações; os governos piauiense, e maranhense e federal, que olhem com bons, olhos, para essa população ribeirinha, através de um mesmo projeto, se empenhando na preservação das nascentes e das margens do Velho Monge, teríamos a garantia da diminuição dos problemas ambientais que há muitos anos estão agredindo o curso d'água tão importante.
Margem do rio

                       Degradação                              
  O governo tem que fazer campanhas educativas ambiental, nas escolas, no rádio, e na TV, explicando os reais problemas ambientais, que está acontecendo que é o aquecimento global, erosão, os rios, estão secando por causa dos desmatamento ilegal de suas matas ciliares das nascentes, temos que fazer nossa parte que é preservar o meio ambiente, pra que amanhã as futuras gerações não venha sofrer as conseqüências por falta d'água, só assim teremos faturas em nossas mesas, faça a sua parte preserve a natureza.
  Queremos ações concretas que para punir os verdadeiros culpados que desmatam as margens das nascentes que não fique só no esquecimento.
Richarle Tuira
O desmatamento e a morte dos rios no Piauí
   Para o presidente da Fundação Águas do Piauí(Funáguas), Judson Barros, a maior ameaça aos recursos hídricos do Piauí é o atual grau de desmatamento da mata nativa da região do Jalapão e da Serra da Mangabeira, nos cerrados do Piauí. Segundo ele, os rios afluentes do rio Parnaíba correm risco por conta da derruba da cobertura vegetal que funciona como uma esponja, absorvendo as águas das chuvas para os mananciais que alimentam os rios.
  Segundo Judson, vários rios do Piauí já morreram e outros estão em vias de extinção por conta do desmatamento nas nascentes ou por conta da poluição(...).
  Trecho de reportagem extraído do Jornal Meio Norte Caderno Municípios,21 de março de 2004.P.6
Meio Ambiente
  A prefeitura municipal de Miguel Alves, com o propósito de trabalhar a importância da preservação e proteção ambiental como instrumento que contribui para o melhoramento da qualidade de vida da população; criou através da Lei Municipal nº 608, de 14 de abril de 1997, o Conselho de Municipal de Desenvolvimento Ambiental- CODEMA, para atuar sobre questão ambientais, visando à defesa, conservação, recuperação e melhoria da qualidade ambiental do município, considerando a Legislação federal, estadual e municipal- hoje paralisada.
 Fonte: Fundação Visão Nordeste, ano 2003. 
                             
                            Capítulo VI - DO MEIO AMBIENTE
Artigo 225
Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá- lo para as presentes e futuras gerações.

§ 1º - Para assegurar a efetividade desse direito, incumbe ao Poder Público:

I - preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas; (Regulamento)

II - preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético; (Regulamento) (Regulamento)

III - definir, em todas as unidades da Federação, espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos, sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei, vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção; (Regulamento)

IV - exigir, na forma da lei, para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente, estudo prévio de impacto ambiental, a que se dará publicidade; (Regulamento)

V - controlar a produção, a comercialização e o emprego de técnicas, métodos e substâncias que comportem risco para a vida, a qualidade de vida e o meio ambiente; (Regulamento)

VI - promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente;

VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade. (Regulamento)

§ 2º - Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente, na forma da lei.

§ 3º - As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores, pessoas físicas ou jurídicas, a sanções penais e administrativas, independentemente da obrigação de reparar os danos causados.

§ 4º - A Floresta Amazônica brasileira, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional, e sua utilização far-se-á, na forma da lei, dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente, inclusive quanto ao uso dos recursos naturais.

§ 5º - São indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados, por ações discriminatórias, necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.

§ 6º - As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal, sem o que não poderão ser instaladas.

Fonte: CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL-1988.
1988. http://www.domtotal.com/direito/pagina/detalhe/22516/constituicao-da-republica-federativa-do-brasil-1988#ancora-93

 Áreas de preservação permanente

Cursos d’água e áreas altas têm que ser preservados: objetivo das APPs previstas no Código Florestal é proteger a biodiversidade e os recursos hídricos e evitar a erosão do solo

O Código Florestal atual, Lei nº 12.651/12 estabelece como áreas de preservação permanente (APPs) as florestas e demais formas de vegetação natural situadas às margens de lagos ou rios (perenes ou não); nos altos de morros; nas restingas e manguezais; nas encostas com declividade acentuada e nas bordas de tabuleiros ou chapadas com inclinação maior que 45º; e nas áreas em altitude superior a 1.800 metros, com qualquer cobertura ­vegetal.
 Fonte: Ambiente DURAN

O que é área de preservação permanente?

   Segundo o atual Código Florestal, Lei nº12.651/12: de 25 maio de 2012.
• Faixa de proteção de recursos hídricos: 30m para rios com até 10m de largura; 50m para rios entre 10m e 50m de largura; 100m para rios entre 50m e 200m de largura; 200m para rios entre 200m e 600m de largura; e 500m para rios com largura superior a 600m
• Entorno de lagoas naturais: 100m na zona rural e 30m em zonas urbanas
• Entorno de reservatórios artificiais: faixa definida na licença ambiental
• Entorno das nascentes: no raio mínimo de 50m
• Encostas com declividade superior a 45°
• Restingas, fixadoras de dunas/estabilizadoras de mangues
• Manguezais, em toda a sua ­ex­tensão
• Bordas dos tabuleiros ou ­chapadas
• Topo de morro com altura mínima de 100 m e inclinação média maior que 25°
• Altitude superior a 1.800 m
• Vereda, faixa com largura mínima de 50 m
Obs.: Não é APP a várzea fora dos limites de mata ciliar
Fonte:Senado Federal (imprensa jornal do Senado)
 
        Turismo Sustentável no Rio Parnaíba
 O turismo ainda é não explorado no município de Miguel Alves, falta o incentivo do pode público municipal temos uma rede hoteleira excelente para receber os turistas, que vem de fora.
 Falta acreditar no potencial que o município tem as riquezas naturais e culturais, temos vários pontos turístico e religioso na região.
Precaução é obrigatório
 Placas de advertências nos lugares a onde frequentam as pessoas, nas áreas de lazer.
Exemplo: É proibido jogar lixo no chão
 -Tem que ter banheiros químicos para o público.
   - Coleta seletiva do lixo.
                    - O destino do material reciclável deve ser encaminhado para as    fabricas reciclar.
                -È necessários colocar boias, a onde passa o canal do rio, alertando os banhistas do perigo de afogamento.
                   - Guardar salva vidas, no local para evitar que alguém se afogue no rio, pois  tem muitos poços de d água no leito do rio Parnaíba, serve 
de armadilha para o banhista cair dentro desses buracos.
                  - Lembrando que no passado muitas pessoas, morreram vítima de afogamento.
                - O cidadão tem que fazer a sua parte que é respeitar os limites de segurança.  
 
 O desmatamento e a morte dos rios no Piauí
   Para o presidente da Fundação Águas do Piauí(Funáguas), Judson Barros, a maior ameaça aos recursos hídricos do Piauí é o atual grau de desmatamento da mata nativa da região do Jalapão e da Serra da Mangabeira, nos cerrados do Piauí. Segundo ele, os rios afluentes do rio Parnaíba correm risco por conta da derruba da cobertura vegetal que funciona como uma esponja, absorvendo as águas das chuvas para os mananciais que alimentam os rios.
  Segundo Judson, vários rios do Piauí já morreram e outros estão em vias de extinção por conta do desmatamento nas nascentes ou por conta da poluição(...).
  Trecho de reportagem extraído do Jornal Meio Norte Caderno Municípios,21 de março de 2004.P.6
Considerações Finais 
  Este projeto de pesquisa tem como objetivo contribuir para o processo de conscientização ambiental da população. Na construção de um mundo mais sustentável. 
  Uma sociedade mais consciente e responsável pelos seus atos, só assim teremos a garantia da diminuição do problema  ambiental, que ao logo dos tempos vem provocando a poluição das águas e erosão das margens do rio Parnaíba, em nossa região. 
     Idealizador: Richarle Tuira
                        
 SALVE O RIO PARNAÍBA
 ELE ESTÁ MORRENDO ESSA CAUSA É NOSSA.
 Edição e Fotos:
 Richarle Tuira
 Fontes:
 IBGE
 Colônia de pescadores Z 14. 
 Rivas, Margarete P.(Coord).Macrozoneamento Geoambiental
da Bacia Hidrográfica do rio Parnaíba. Rio de Janeiro: IBGE: 1996.
 Poema: Drama de um rio (Nonato Viana)
 Foto: da barca do sal de Alberto Silva
 Portal Miguel Alves
 Campanha de preservação do rio Parnaíba
 Salve o rio Parnaíba
 SOS rio Parnaíba
 Apoio:
 Blog: Miguel Alves Ponto de Cultura
 Colônia de pescadores Z 14
 Maiores informações: Falar comigo. 
 Email: richarletuira@hotmail.com

Todas as imagens incluída neste blog/ site estão sobre a proteção da Lei do Direito Autoral nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998.
 É proibido a reprodução deste material em parte ou parcial sem a devida autorização do autor!