sábado, 2 de abril de 2016

Educação ambiental infantil desenvolve a consciência ecológica da criança

 O trabalho da educação ambiental infantil deverá ser levado adiante com base na realidade sociocultural, procurando sempre despertar a autonomia, criticidade responsabilidade.

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A educação ambiental visa desenvolver uma população que seja consciente e preocupada com o ambiente e com os problemas que lhe são associados.
  A educação ambiental pode ser definida como um processo que visa desenvolver uma população que seja consciente e preocupada com o ambiente e com os problemas que lhe são associados, e que tenha conhecimentos, habilidades, atitudes, motivações e compromissos para trabalhar individual e coletivamente na busca de soluções para os problemas existentes e para a prevenção de novos. É uma importante ferramenta, uma vez que sua implementação está prevista na Política Nacional da Educação Ambiental para todos os níveis de ensino, não como disciplina, mas como tema a ser incluído nos diferentes conteúdos programáticos.

  Para que o professor possa traçar estratégias de trabalho com educação ambiental na educação infantil, é importante conceituar bem essa fase, que corresponde à educação oferecida do nascimento até e os seis anos de idade. Considerada nos dias atuais como indispensável, é ela que vai oferecer os fundamentos para o desenvolvimento da criança em seus diversos aspectos: físico, psíquico, cognitivo e social.  Nela as crianças buscam ativamente o conhecimento; para elas, brincar é mais importante que a ação mental. É pela brincadeira que ela aprende a conhecer a si própria e o mundo que a cerca. Durante a escolarização, haverá momentos de ação e de concentração, mas o importante é que todas as situações de ensino sejam interessantes.

  O trabalho da educação ambiental, nesse estágio do desenvolvimento, deverá ser levado adiante com base na realidade sociocultural, procurando sempre despertar a autonomia, criticidade e responsabilidade. Terá por base o movimento, a música, as artes visuais, a matemática, a linguagem oral e escrita, a natureza e sociedade, assuntos que devem ser trabalhados constantemente, considerando ainda que as atividades buscarão uma interdisciplinaridade entre esses diversos eixos, apresentados de forma conjunta com temas principais.

  O Referencial Curricular Nacional, no que se refere ao conhecimento do mundo, natureza e sociedade, determina que a ação educativa deve se organizar para que as crianças tenham desenvolvido as seguintes capacidades, conforme a idade: do zero aos três anos devem explorar o ambiente, para que possam se relacionar com pessoas, estabelecer contato com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse. Dos quatro aos seis anos os conhecimento anteriores deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, que as elas sejam capazes de interessar-se e demonstrar curiosidade pelo mundo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções, manifestando opiniões sobre os acontecimentos, buscando informações, confrontando ideias, e estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e de outros grupos, bem como entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando sua importância para a preservação das espécies e para a qualidade da vida humana.
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Algumas atividades que podem ser realizadas são as visitas e excursões a Áreas de Proteção Ambiental ou entidades afins.
 Com o objetivo de apoiar o professor da educação infantil no desenvolvimento de suas atividades, particularmente na elaboração das aulas envolvendo educação ambiental, o CPT – Centro de Produções Técnicas elaborou o curso “Educação Ambiental Infantil”, no qual você receberá informações da professora Ginia César Bom tempo, especialista em educação ambiental infantil.

  Após fazer o curso e ser aprovado na avaliação, o aluno recebe um certificado de conclusão emitido pela UOV – Universidade On-line de Viçosa, filiada mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância.

  Nesse contexto, devem ser realizadas visitas e excursões a Áreas de Proteção Ambiental ou entidades afins, com alunos da educação infantil ao ensino superior, como tema principal ou como parte de projetos interdisciplinares. Visitas ao lixão, ao horto botânico, às nascentes de um rio, a museus, à estação de tratamento de água, excursões a parques estaduais e nacionais são exemplos de atividades que podem ser desenvolvidas.

  Esses momentos de visitação e vivência devem ser acompanhados de um trabalho prévio de coleta, apresentação e discussão de informações, e permeados por atividades envolvendo os diferentes conteúdos. Desses projetos, podem surgir mudanças de atitudes e propostas concretas de ação em relação à conservação do ambiente como, por exemplo, coleta seletiva de lixo, reutilização de resíduos sólidos na confecção de brinquedos e instrumentos, redução no consumo de material escolar, água e energia, entre outras.

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Educação ambiental pode ser disciplina obrigatória no ensino básico

Valdir Raupp, relator na CMA, apontou avanços na sociedade em termos de atitudes em favor da preservação ambiental e de conscientização da população.Educação ambiental pode passar a ser uma disciplina obrigatória para alunos de todas as séries dos níveis fundamental e médio, caso a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB — Lei 9.394/1996) seja modificada. É o previsto no PLS 221/2015, de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB).
O projeto foi acolhido nesta terça-feira (29) na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) e segue para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Atualmente, as escolas são orientadas a abordar princípios de educação ambiental de forma integrada a outros componentes curriculares, como explica o autor do projeto, senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), na justificação da matéria. O parlamentar, no entanto, considera essa estratégia insuficiente para que os estudantes tenham formação sobre as diferentes dimensões da sustentabilidade e sobre práticas como reciclagem e reúso de água.
O relator na CMA, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), apontou avanços na sociedade em termos de atitudes em favor da preservação ambiental e de conscientização da população, enfatizando, no entanto, que os esforços devem continuar.
— Através das escolas, dos meios de comunicação, das mídias e redes sociais, vamos chegar a 100% de consciência ambiental — declarou.
Na discussão da matéria, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) observou que especialistas em Educação desaconselham a incorporação de novas matérias aos currículos escolares, frente ao grande número de disciplinas obrigatórias.
— A ideia de questões ambientais serem tratadas em outros conteúdos, de maneira transversal, não diminui e sim amplia a preocupação com o meio ambiente, na medida em que se forma na criança e no jovem a ideia de analisar a proteção ambiental em diversas áreas do estudo escolar — disse Lídice.
O senador João Capiberibe (PSB-AP) compartilha da opinião e considera que a discussão sobre a inclusão de educação ambiental como disciplina obrigatória, como prevê o PLS 221/2015, poderá ser aprofundada quando o projeto entrar na pauta da Comissão de Educação.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Por que um vereador ganha mais do que um professor?

 

Gostaria de saber também essa resposta.
Será só por que ele é autoridade?
O vereador é um servidor publico.
Em Miguel Alves-PI, eles só tem duas sessões por mês, e os senhores vereadores ganham R$ 3.800 
Está errado. Muito deles nem pisa no dia da sessão, um é carteiro em outro município o outro é bancário na capital do Piauí.
E o povo amagado fome.
A cultura do Brasil, é essa políticos fantasmas, que vivem as custas da população. Sem trabalhar falo e nem penso segredo.
O vereador da cidade, é pago com dinheiro da manteiga, do pão, que você, compra é do dinheiro dos impostos que pagamos.
O Brasil, é um país que tem os políticos mais caro do mundo.
Acordar cidadão!
Politico não é autoridade é servidor público. Trabalhar para você, não bajule cobre serviço!
  Autor: Richarle Tuira

terça-feira, 29 de março de 2016

Em Breve Poeta Richarle Tuira Estará Lançando o Seu 3º Livro de Poesia

                                                     Em breve nas bancas de todo Brasil!
                                                     Aguarde!

quarta-feira, 23 de março de 2016

Crise da água é considera o maior risco global da atualidade

A crise da água passou a ser considerada a mais grave ameaça à sociedade e, também, ao meio empresarial. Dificuldades no abastecimento, seca, inundações e poluição representam sérios riscos à população e ao mundo dos negócios.
Conforme informou o site Circle of Blue, este foi o primeiro ano em que a crise da água encabeçou a lista do relatório do Fórum Econômico Mundial (FEM) sobre os principais problemas do planeta. A pesquisa é feita anualmente e conta com a participação de, aproximadamente, 900 líderes nas áreas de política, negócios e civil. Em 2015, a água ficou em terceiro lugar.
Foram mensurados 28 fatores de risco, em duas diferentes análises: a chance de ocorrer nos próximos dez anos e o impacto (considerando quadros de devastação). A crise da água ficou em primeiro lugar no quesito impacto, seguido por problemas como conflitos interestatais, a incapacidade de se adaptar às mudanças climáticas e desemprego crônico.
Segundo o site, o fato de a água ocupar o primeiro lugar no ranking não só mostra uma mudança de pensamento por parte dos membros do Fórum, como reflete o crescente reconhecimento entre os líderes globais sobre a maneira como a falta de água própria para o consumo irá impactar significativamente a saúde e o patrimônio dos pobres, as economias mais ricas e as grandes cidades. Servem de exemplo os problemas enfrentados na Califórnia (EUA) e em São Paulo devido às secas severas ocorridas, com mais intensidade, em 2014.
   
   Fonte: www.docol.com.br/planetaagua/h2o/crise-da-agua-e-considera-o-maior-risco-global-da-atualidade/



sábado, 19 de março de 2016

Grupo Moto Clube Tarja Preta Passaram Por Miguel Alves Homenageram Escritor Richarle Tuira

  O Grupo Moto Clube Tarja Preta, passaram por Miguel Alves, de passagem estava indo participar de um encontro de Moto Clube em Luzilândia-PI, na oportunidade fizeram uma  homenagem ao escritor e blogueiro Richarle Tuira, que trabalhar com a divulgação da cultura do nosso município, desde de 2011.
  Lembrando que esse ano o Moto Clube Tarja Preta, estará fazendo cinco anos de existência.
  Presidente: Rodrigo Pet Bul do Moto Clube, de Coelho Neto-MA
  Diretor de Mídia Victor Pop 100
Moto Clube Tarja Preta de Coelho Neto-MA, 
passeando pelas principais ruas e avenidas de Miguel Alves-PI.
                                                   Edição e fotos: Richarle Tuira
                                                 
                                                   Apoio cultural:

sexta-feira, 11 de março de 2016

A estudante e cantora Ana Maria é aprovada em Música pelo Enem!

  A  miguelalvense Ana Maria  Araújo da Costa foi aprovada  no Enem  para o curso em música e irá cursar na Universidade Federal do Piauí(UFPI), a partir do mês  de abril em Teresina, curso este, que sempre sonhou, agora conquistou, é fruto de muita dedicação e compromisso aos estudos.
  A família  e amigos  estão  em festa e muitos felizes e orgulhosos por essa nossa inteligente conterrânea e querida cantora.
  Parabéns Ana Maria, pela sua conquista!
  Esse são os sincero votos do blog: Miguel Alves Ponto de Cultura




segunda-feira, 7 de março de 2016

Asaf de Miguel Alves Realizou Uma reunião Com Seus Sócios e Demais Comunidades

   Através do presidente da Asaf: Antonio Carlos Rebelo, foi realizando no 05 de março do corrente ano. 
  Uma reunião com seus sócios, para discutir um assunto de interesse da classe dos agricultores familiares.
   A pauta foi o Congresso Estadual FAF-PI, e Nacional em breve!
  Com representação da Asaf: de Miguel Alves-PI
   Foi discutido na reunião os seguintes temas
·         (PNCF): Programa Nacional de Credito Fundiário.
·           Comunidade Barra do Exú, está em pauta, e demais comunidades estão em andamento.
                                     Veja as foto abaixo!
                                        Edição e fotos: Richarle Tuira
                                        Email: richarletuira@hotmail.com

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

PNAIC-Programa Nacional de Alfabertização na Idade Certa

Garantir o direito à alfabetização plena a todas as crianças até os oito anos de idade. Esse é o desafio colocado pelo Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Panaic), acordo implementado em 2012 entre governo federal, estados, municípios e instituições.
O desafio do PNAIC, é fazer com que a criança, aprenda lê, para que elas, possam ter um melhor desempenho nas series subsequentes, adquirido  o gosto pela leitura.
 Criança que lê, tem contato com a literatura desde cedo, principalmente com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, a pronuncia das palavras se comunica melhor  com outros divíduos . "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores."
Devemos fomentar o incentivo pela leitura desde cedo. Os educadores; eles não devem esperar soluções prontas, mas sim buscar iniciativas para a concretização de suas metas e expectativas. Além disso, devem se articular em grupos independentes, com a sociedade, para criar e desenvolver novas ideias, novos cenários, que fortaleçam a importância da alfabetização na idade certa.
É necessário tempo adequado para se obterem resultados concretos. O processo de aprendizagem dos alunos é apenas o começo, que levará cada instituição de ensino a discutir as suas demandas e especificidades educacionais.
A mobilização pela Qualidade da Educação, foi iniciado em 2005. Agora, temos o fortalecimento dessas políticas com o Pnaic, ou seja, a continuidade e a evolução desse processo, não evasão escolar. A diferença é que essa é uma política educacional mais aprofundada, pois reúne três vertentes indispensáveis para o seu êxito: o processo de formação, o de avaliação e a disponibilização de materiais didáticos nas escolas para uso do educador e do aluno.
Os professores são importantes parceiros na construção, de um novo modelo de educação estimulando os seus alunos, a ter o gosto pela leitura.
Autor: Richarle Tuira



quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Secretário de Meio Ambiente do estado do Piauí discute sobre Comitê da Bacia Hidrográfica do Parnaíba

"A discussão em torno da criação deste comitê já vem acontecendo com frequência e a Semar esteve presente em todo esse processo, desde o começo", disse o secretário.

  A Comissão Interinstitucional Pró-Comitê da Bacia Hidrográfica do Parnaíba se reuniu na manhã da última quarta-feira (16), no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Piauí (CREA-PI) para definir novas ações para a comissão e seus grupos de trabalho. A Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Piauí – SEMAR tem assento na comissão e participou do encontro, que contou com a participação de lideranças e representantes dos três Estados que compões a bacia: Ceará, Maranhão e Piauí.

  “A discussão em torno da criação deste comitê já vem acontecendo com frequência e a Semar esteve presente em todo esse processo, desde o começo. Quando assumimos a secretaria, procuramos saber como andava o processo. Comprometemo-nos a manter os esforços para que o comitê enfim seja criado e possa atuar frente às questões relativas à manutenção desta importante bacia hidrográfica para o nosso Estado”, afirmou o secretário do Meio Ambiente do Piauí, Ziza Carvalho.

  Na reunião foram abordados: a atualização dos representantes das comissões estaduais do pré-comitê, composto por representantes da sociedade civil, usuários de água e órgãos públicos. Decidiu-se pela inserção do CREA-PI e da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB – Seccional Piauí; e a apresentação da documentação a ser enviada ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos (CNRH) para a aprovação do Comitê da Bacia Hidrográfica do Parnaíba (Resolução 05/2000), que é a proposta de criação do referido comitê.
  Discutiu-se também a necessidade de maior inserção da sociedade civil nas ações desenvolvidas na criação do comitê, a democratização do processo e a representatividade dos diversos setores interessados para minimizar possíveis conflitos, as estratégias para a melhor gestão hídrica nos estados e mais espaços de discussão sobre a gerência dos comitês considerando a experiência de outros já existentes.
  Fonte: Ascom